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Lula revela diagnóstico de câncer de pele e tratamento para manter boa aparência

Lula faz radioterapia complementar por carcinoma basocelular no couro cabeludo; 15 sessões em três semanas no Hospital Sírio-Libanês, após cirurgia de 24 de abril

Agência Brasil
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  • O presidente Luiz Inácio Lula da Silva informou estar tratando um câncer de pele, após visita ao Hospital Municipal Universitário de Rio Verde, em Goiás.
  • O diagnóstico é carcinoma basocelular no couro cabeludo; o tratamento envolve radioterapia superficial para eliminar células residuais e evitar recidiva, com 15 sessões em três semanas.
  • As sessões começaram em vinte e cinco de maio no Hospital Sírio-Libanês, em Brasília; a lesão foi removida cirurgicamente em vinte e quatro de abril.
  • Lula tem utilizado chapéu em eventos públicos para proteger a região tratada contra a incidência direta do sol.
  • Em discurso, apoiou o fim da escala de trabalho 6 por 1; a Proposta de Emenda à Constituição foi aprovada pela Câmara em dois turnos com ampla maioria.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva informou nesta terça-feira, 2, que está tratando um câncer de pele e que o tratamento visa evitar a reincidência. Ele mostrou a cabeça aos presentes após visita ao Hospital Municipal Universitário de Rio Verde, em Goiás.

O diagnóstico envolve carcinoma basocelular no couro cabeludo, considerado o tipo mais comum e menos agressivo da doença. A radioterapia complementar tem objetivo de eliminar células residuais. A lesão já havia sido removida via cirurgia em 24 de abril.

O planejamento médico prevê 15 sessões de radioterapia ao longo de três semanas, iniciadas em 25 de maio no Hospital Sírio-Libanês, em Brasília. Enquanto o tratamento ocorre, Lula tem usado chapéu em eventos públicos para proteção da região tratada.

Detalhes do uso do chapéu e contexto político

Durante a agenda, Lula reforçou a defesa da conclusão da PEC que estabelece a semana de trabalho 6×1, aprovada pela Câmara. Ainda no evento, criticou governadores contrários à proposta e destacou a origem popular de suas políticas públicas.

Participaram do ato os ministros da Saúde, Alexandre Padilha; da Secretaria-Geral, Guilherme Boulos; e da Educação, Leonardo Barchini. O presidente já havia recebido alta de notícias recentes sobre seu estado de saúde.

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