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Vencedor do Pulitzer: IA não é tecnologia, é espécie

Thomas Friedman afirma que Inteligência Artificial é uma espécie; alerta para impactos na democracia e defende desintoxicação das redes sociais

Da esquerda para a direita: André Esteves, Thomas Friedman, Gilmar Mendes
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  • Thomas Friedman, colunista do The New York Times, afirmou no 14º Fórum de Lisboa que a IA é a maior questão legal, ética e democrática atual, dizendo que “a IA não é uma tecnologia, é uma espécie”.
  • Ele pediu desintoxicação das redes sociais para proteger a democracia, dizendo que as redes prejudicam a verdade e a confiança.
  • O comentário ocorreu durante o painel “Nova Ordem Global: Tecnologia, geopolítica e o futuro da democracia”, em 2 de junho, com mediação de André Esteves e apresentação pelo ministro Gilmar Mendes.
  • O Fórum de Lisboa 2026 teve recorde de participação, com 450 participantes, mas houve queda no número de autoridades brasileiras, exceto no Legislativo, que ganhou dois congressistas.
  • O tema do encontro é “Nova ordem internacional, tecnologia e soberania: desafios democráticos, econômicos e sociais” e contou com nomes como Gabriel Galípolo, Magda Chambriard e Aloízio Mercadante.

Thomas Friedman, colunista do The New York Times, afirmou no 14º Fórum de Lisboa que a IA é a maior questão legal, ética, judicial e democrática atual. O encontro ocorreu de 1° a 3 de junho, na Universidade de Lisboa.

Durante o painel Nova Ordem Global: Tecnologia, geopolítica e o futuro da democracia, Friedman participou com moderação de André Esteves, chair e sócio do BTG Pactual, e apresentação do ministro Gilmar Mendes, do STF.

Friedman afirmou que a IA não é uma tecnologia, é uma espécie, e que a humanidade precisa aprender a lidar com ela para não ser dominada por ela. Disse ainda que é necessária uma desintoxicação das redes sociais.

Ele enfatizou que as redes sociais prejudicam dois pilares da democracia: a verdade e a confiança. Segundo o colunista, o modelo de negócio das plataformas incentiva engajamento em detrimento da informação.

O 14º Fórum de Lisboa tem como tema Nova ordem internacional, tecnologia e soberania: desafios democráticos, econômicos e sociais. Participam autoridades brasileiras e internacionais no período de 1° a 3 de junho.

O evento ocorre na Universidade de Lisboa, com a presença de nomes como Gabriel Galípolo, Magda Chambriard e Aloízio Mercadante. A programação inclui debates sobre impactos globais da tecnologia.

O número de participantes atingiu recorde, subindo de 360 em 2025 para 450 neste ano. Houve queda de representantes do Brasil, exceto no Legislativo, que ganhou dois congressistas a mais.

O Alto Patrocínio da Presidência da República Portuguesa foi concedido ao Fórum, reconhecendo contribuição para o debate democrático e a reflexão sobre desafios comuns a Portugal, Brasil e a comunidade internacional.

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