- Flávio Bolsonaro e Cleitinho Azevedo vão se reunir em Patos de Minas para definir apoio e a chapa para o governo de Minas Gerais.
- Cleitinho sinalizou apoio, com Luis Eduardo Falcão, atual prefeito de Patos, como vice-governador, e pediu 10 dias para fechar a decisão.
- A ideia do Republicanos é manter uma chapa puro-sangue, com Marcelo Aro e Domingos Sávio no Senado.
- Bruno Engler disse que o apoio do PL depende do aval de Flávio, considerado peça-chave na articulação.
- Caso Flávio não dispute, o PL trabalha com alternativas internas: Flávio Roscoe ou Vittorio Medioli.
Flávio Bolsonaro e Cleitinho Azevedo devem anunciar nesta quarta-feira a possibilidade de apoio do senador fluminense à pré-candidatura de Cleitinho ao governo de Minas Gerais. O encontro ocorre em Patos de Minas, no Alto Paranaíba, ao fim da tarde de hoje, para formalizar a chapa e alinhar estratégias. A ideia é confirmar apoio e indicar o caminho para a montagem da coligação.
Segundo apuração do Estado de Minas, Cleitinho pretende manter uma chapa puro-sangue, com Luís Eduardo Falcão, atual prefeito de Patos de Minas, como vice-governador. Falcão é visto pela circulação regional e pela liderança na AMM como peça central do acordo devido à influência na região e no estado.
Cleitinho já recebeu sinalização de apoio, mas pediu um prazo de 10 dias para confirmar a candidatura. A ideia é que, com Cleitinho e Falcão no governo, o PL lance Marcelo Aro, ex-secretário de governo, e Domingos Sávio, deputado federal, ao Senado.
Atores e condições do acordo
Bruno Engler, deputado estadual, afirmou que o apoio depende do aval de Flávio Bolsonaro. A articulação para o governo de Minas é apresentada como dependente de Flávio, considerado peça-chave pelo grupo do PL.
Se Flávio decidir não concorrer, o PL avalia duas opções internas: Flávio Roscoe, ex-presidente da Fiemg, e Vittorio Medioli, ex-prefeito de Betim. A decisão final depende da posição do senador.
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