- A gestão de Eduardo Nunes quer conceder a Praça Franklin Roosevelt, no centro de São Paulo, à iniciativa privada por 20 anos, incluindo operação, gestão, manutenção, exploração comercial e ativação sociocultural.
- A concessão abrange o Complexo Roosevelt, com mirante na rua Augusta e intervenções na rua Gravataí, que liga a praça ao Parque Augusta; o valor mínimo de oferta é de R$ 2,9 milhões.
- A prefeitura já abriu consulta pública no Diário Oficial, publicada em 3 de junho, com audiência virtual marcada para 17 de junho e envio de contribuições até 1º de julho por formulário on-line e email sgmparcerias@prefeitura.sp.gov.br.
- Na praça há um quiosque de alimentação e, no subsolo, área com mais de 600 vagas de estacionamento que podem gerar receita à iniciativa privada; a concessão do estacionamento vem sendo discutida desde 2025.
- Há repercussão recente em torno de outra proposta municipal que envolve a iniciativa privada: transformar o Parque Augusta em polo gastronômico dos parques municipais.
A gestão municipal de São Paulo propõe conceder a Praça Franklin Roosevelt à iniciativa privada por 20 anos. O contrato prevê operação, gestão, manutenção, exploração comercial e ativação sociocultural do espaço central, famoso pela proximidade com bares, teatros e a Rua Augusta.
A concessão, anunciada pela prefeitura, envolve o chamado Complexo Roosevelt, incluindo um mirante na Augusta e intervenções na Rua Gravataí, que liga a praça ao Parque Augusta. O valor mínimo para a proposta comercial foi fixado em 2,9 milhões de reais.
A prefeitura já abriu consulta pública, publicada no Diário Oficial nesta quarta-feira. A proposta, segundo a minuta, também prevê exploração de áreas acessórias, como o estacionamento subterrâneo com mais de 600 vagas, que poderiam gerar receita à concessionária.
Proposta de concessão e itens-chave
A iniciativa pretende contratar a gestão de longo prazo do espaço, incluindo atividades comerciais, culturais e de mobilidade no entorno. A ideia é ampliar a oferta de serviços e dinamizar a região central, com participação da iniciativa privada no varejo e na programação cultural.
Entre os elementos da proposta estão intervenções no entorno da praça e a possibilidade de uso do estacionamento como fonte de receita. A prefeitura aponta que o projeto visa manter o espaço viável economicamente, sem detalhar reajustes ou garantias de continuidade.
Audiência pública e prazos
Uma audiência pública virtual está marcada para 17 de junho, às 10h, para debater a concessão. Contribuições devem ser enviadas até 1º de julho, por formulário online que será encaminhado a sgmparcerias@prefeitura.sp.gov.br.
A prefeitura também informou que, nos últimos anos, tem estudado ações para ampliar a atuação privada em áreas cobertas pelo Complexo Roosevelt, sem detalhar impactos ou cronogramas. A proposta de parceria acompanha outras iniciativas de gestão de parques e equipamentos públicos.
Entre na conversa da comunidade