- Rogério Marinho, coordenador da pré-campanha de Flávio Bolsonaro, disse que não há nada a abafar sobre a relação entre Flávio e o banqueiro Daniel Vorcaro.
- O congressista afirmou que Flávio agiu com transparência ao se retratar rapidamente após o vazamento dos áudios.
- Marinho citou que Lula teve reuniões privadas com Vorcaro no Palácio do Planalto e chamou a atividade de advocacia administrativa e interferência de poder na relação privada.
- Ao comentar a viagem de Flávio aos Estados Unidos, ele negou tentativa de uso do encontro com o presidente Donald Trump para encobrir o episódio envolvendo Vorcaro.
- O coordenador criticou o PT e afirmou que houve interferência estrangeira nas eleições de 2022, defendendo isenção e paridade de armas para 2026.
Ao Bastidores CNN, Rogério Marinho, coordenador da pré-campanha de Flávio Bolsonaro, afirmou que não há nada a esconder sobre a relação entre Flávio e o banqueiro Daniel Vorcaro. O senador revelou que irá prestar contas em breve sobre ações entre pessoas privadas, sem atos oficiais.
Marinho disse que o pré-candidato agiu com transparência ao se retratar após o vazamento de áudios. Segundo ele, a apuração envolverá apenas acordos entre privados, sem contrapartidas públicas.
O coordenador também criticou o governo Lula, citando encontros privados entre Lula e Vorcaro no Planalto. Afirmou que tais reuniões configuram advocacia administrativa e possível interferência de um poder na relação privada.
Marinho mencionou Guido Mantega, ex-ministro da Fazenda, como mediador da relação com Vorcaro, em suposto contrato de um milhão de reais por mês. A declaração associou a conduta a problemas para o Banco Master.
Sobre a viagem de Flávio aos Estados Unidos, o coordenador negou qualquer uso do encontro com Donald Trump para encobrir o episódio com Vorcaro. Afirmou que o convite da Casa Branca foi feito com uma semana de antecedência.
Marinho destacou que Flávio mantém vínculos com partidos e governos de afinidade ideológica em várias regiões, incluindo Ásia, Europa e América do Norte. A estratégia é ampliar relações de apoio ao Brasil.
Durante o encontro com Trump, segundo o coordenador, foram discutidas preocupações com segurança pública no Brasil. Ele citou a possibilidade de intervenção estrangeira e a necessidade de isenção nas eleições de 2026.
Sobre interferência externa, Marinho afirmou que ocorreu em 2022, com recursos da USAID apoiando ONGs que, segundo ele, desqualificaram o governo de Bolsonaro. Ele defendeu paridade de armas e evitar qualquer influência externa no pleito.
Entre na conversa da comunidade