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Eduardo Bolsonaro nega ter defendido troca do Pix

Eduardo Bolsonaro nega ter defendido trocar o Pix pelo Zelle, classifica reportagens como patifaria e pede retratação

Eduardo: Derrite é peça para Flávio implantar método Bukele no Brasil - Metrópoles
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  • Eduardo Bolsonaro negou ter defendido a substituição do Pix pelo Zelle e afirmou que jamais propôs negociações entre Brasil e Estados Unidos.

  • Disse que publicações teriam tirado suas falas de contexto e pediu retratação, dizendo que não disse aquilo.

  • Em entrevista à TMC News, afirmou que os EUA têm mecanismos semelhantes ao Pix, citando o Zelle, mas, em vídeo, manteve discurso de defesa ao Pix.

  • O tema voltou ao debate após relatório do Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos indicar medidas contra o Brasil, incluindo o Pix, como prática considerada prejudicial ao comércio americano.

  • Aliados de Lula exploraram a ofensiva americana para desgastar a pré-campanha de Flávio Bolsonaro, que afirma não defender intervenção no sistema e ressalta que o Pix foi criado durante o governo de Jair Bolsonaro.

O ex-deputado Eduardo Bolsonaro negou nesta quinta-feira ter defendido negociações entre Brasil e Estados Unidos para substituir o Pix. Em vídeo nas redes, ele afirma não ter indicado a substituição pelo Zelle e classificou como patifaria as publicações que teriam tirado suas falas de contexto.

A declaração acontece após circulação de conteúdos que associavam Eduardo a uma proposta de troca do sistema brasileiro por uma ferramenta norte‑americana. Em entrevista ao TMC News, ele mencionou que os EUA possuem mecanismos semelhantes ao Pix, o que, segundo ele, abriria espaço para discussões entre os dois países.

Eduardo enfatizou que o Pix foi criado durante o governo do pai, Jair Bolsonaro, sem taxas, e que apenas ele poderia ter criado o sistema devido a prejuízos percebidos pelos bancos, segundo o que a defesa de seu entorno tem defendido. Afirmou ainda que não houve defesa de intervenção externa.

O tema voltou a ganhar atenção após relatório do Escritório do Representante de Comércio dos EUA indicar possíveis tarifas iguais a 25% sobre importações brasileiras, citando o Pix como prática que, na visão americana, prejudicaria empresas de pagamentos digitais. O governo dos EUA sustenta essa avaliação em medidas de proteção ao comércio.

Na atuação política recente, aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva têm utilizado o debate sobre o Pix para desgastar a pré-campanha do senador Flávio Bolsonaro, que tem rebatido que não defende alterações no sistema. Flávio também reforça que o Pix foi lançado durante a gestão do pai.

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