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Pai de Henry Borel afirma que parcialidade a favor da mãe sempre foi clara

Pai de Henry Borel vai recorrer do perdão judicial a Monique Medeiros, denunciando “aberração jurídica” e parcialidade da magistrada no júri

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  • Leniel Borel, pai de Henry Borel, afirmou à CNN que vai recorrer da decisão que concedeu perdão judicial a Monique Medeiros pelo caso do filho.
  • Em entrevista ao Bastidores CNN, ele chamou a conduta da magistrada de “aberração jurídica” e alegou parcialidade ao longo de todo o processo.
  • O pai relatou que, segundo ele, jurados já teriam condenado Jairo e Monique pelos mesmos crimes, e que a magistrada conduziu o julgamento de modo direcionado.
  • Ele afirmou que houve favorecimento a Monique, inclusive contrariando decisões do Supremo Tribunal Federal, e citou possível misoginia na fundamentação da decisão final.
  • A defesa avalia ainda pedir a anulação do júri, caso fique comprovada interferência da magistrada na votação; Leniel destacou que, nos 11 dias de júri, o foco não foi a vítima Henry.

Leniel Borel, pai de Henry Borel, disse à CNN que pretende recorrer da decisão que concedeu perdão judicial a Monique Medeiros na morte do filho. A afirmação foi feita em entrevista ao programa Bastidores CNN após o encerramento do júri.

O pai questionou a condução do julgamento, afirmando ter visto suposta parcialidade da magistrada durante o processo e descrevendo a atuação na sessão como contrária aos fundamentos do devido processo. Ele disse que os jurados teriam recebido instruções que favoreceriam Monique.

Leniel afirmou que o perdão judicial seria aplicado a um crime doloso contra a vida sem que tal quesito tenha sido suficientemente discutido com os jurados. A defesa também avalia pedir a anulação do júri com base em suposta interferência da juíza, ressalvando que a eventual medida não seria acionada no caso de Jairinho.

Novo capítulo no querelante

O pai sustenta que decisões ao longo do processo teriam beneficiado Monique de forma injustificada, inclusive em momentos que ele entende contrariarem precedentes do STF. Ele citou a percepção de que haveria uma linha de pensamento contrária à responsabilização materna.

Na avaliação de Leniel, a discussão travada no tribunal não teve foco suficiente na vítima Henry, e sim em Monique e Jairinho. Ele descreve o júri como centrado nesses dois réus, conforme declarações dadas ao longo do processo.

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