- Rui Costa, ex-ministro da Casa Civil e pré-candidato ao Senado pelo PT na Bahia, publicou um vídeo em seu Instagram chamando a família Bolsonaro de “traidores da pátria”.
- No vídeo, ele acusa Flávio Bolsonaro e Eduardo Bolsonaro de se alinharem a interesses de empresas norte-americanas para “destruir o Pix no Brasil”.
- Disse que, na “ânsia de poder” dos Bolsonaro, “vale destruir o Brasil para tentar ganhar de qualquer jeito as eleições”.
- Alegou que os filhos do presidente teriam se aliado a interesses de empresas americanas para prejudicar o sistema de pagamentos brasileiro.
- Questionou o silêncio de opositores baianos em relação à proposta de taxação dos Estados Unidos, dizendo que o povo quer saber a opinião deles.
O ex-ministro da Casa Civil e pré-candidato ao Senado, Rui Costa (PT-BA), publicou um vídeo no Instagram na quarta-feira, 3 de junho de 2026, no qual chamou a família Bolsonaro de *traidores da pátria*. A declaração ocorreu no contexto de críticas à atuação política recente.
Costa afirmou que Flávio Bolsonaro e Eduardo Bolsonaro teriam se alinhado a interesses de empresas norte-americanas para tentar implementar uma taxa de 25% sobre produtos brasileiros, proposta associada ao governo de Donald Trump. O ex-ministro descreveu a postura como uma *ânsia de poder* que, segundo ele, buscaria favorecer eleições.
O ex-ministro informou que, na visão dele, o movimento corporativo internacional seria usado para desestabilizar políticas públicas. Ele afirmou ainda que os irmãos Bolsonaro teriam atuado em defesa desses interesses, o que, segundo ele, representaria um risco para o Pix, sistema de pagamentos brasileiro.
Costa ressaltou que, de acordo com sua leitura, o grupo Bolsonaro estaria disposto a *destruir o Pix no Brasil* para obter vantagens eleitorais. Em seguida, afirmou que políticos baianos opositores ao governo Lula estariam em silêncio sobre a proposta de taxação no exterior, pelo que disse, para não enfrentar repercussões políticas.
A reportagem aponta que o material foi divulgado por Rui Costa em suas redes sociais e que, até o momento, não houve confirmação adicional sobre as acusações. O conteúdo foi veiculado por veículos que acompanham a política brasileira e repercutido por seguidores do político.
Entre na conversa da comunidade