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Valdemar afirma que só perderão a eleição por incompetência

Valdemar Costa Neto afirma que o PL só perde a eleição por incompetência, cita rejeição de Lula em quarenta e oito por cento e aposta em acordo com os Estados Unidos para evitar tarifas

"Nós só perderemos a eleição se formos muito incompetentes. E nós não somos", disse Valdemar ao Poder360
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  • Valdemar Costa Neto, presidente nacional do PL, afirmou ao Poder360 em 4 jun 2026 que o partido só perderá a eleição se for muito incompetente.
  • Ele mencionou que o ex-presidente Lula tem rejeição de 48% e que crises internas serão contornadas pelo PL, durante a Marcha para Jesus em São Paulo.
  • O PL, que tem Flávio Bolsonaro, do Rio de Janeiro, como pré-candidato à Presidência, segundo o dirigente, não perderá por incompetência.
  • Valdemar tratou das relações comerciais com os Estados Unidos e da possibilidade de novas tarifas, dizendo acreditar em entendimento que não taxaria o Brasil.
  • Em relação a um acordo com os EUA, afirmou que Trump precisa do Brasil e que é provável um acordo entre os dois países.

O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, afirmou ao Poder360 que o partido só deixará de vencer se houver incompetência, durante a Marcha para Jesus em São Paulo, nesta quinta-feira, 4 de junho de 2026. A declaração foi dada no contexto de apoio a Flávio Bolsonaro como pré-candidato à Presidência.

Valdemar destacou que o PL encara uma rejeição elevada ao presidente Lula, estimada em 48%, mas que crises internas do partido serão superadas. O dirigente reforçou a confiança na recuperação da campanha diante do cenário atual.

O líder do PL afirmou que a prioridade é retornar ao crescimento econômico e melhorar a vida da população, criando empregos e dinamizando o país. Segundo ele, o partido pretende manter o foco em propostas de retomada do desenvolvimento.

Sobre a relação com os Estados Unidos, Valdemar mencionou a possibilidade de reajustes comerciais, mas avaliou que haverá entendimento para evitar novas tarifas. Ele destacou a importância de negociações que beneficiem as duas nações.

Valdemar também comentou a percepção de que o Brasil precisa manter um canal aberto com parceiros internacionais, apontando que acordos entre Brasil e EUA são estratégicos para o comércio externo. O tom foi de otimismo cauteloso.

Fonte: declaração publicada pelo Poder360, com cobertura da Marcha para Jesus em São Paulo.

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