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Debate: Felipe Pedri diz que feminicídio não existe no Raio X

Debate no Raio X revela choque de visões: Pedri diz que feminicídio não existe e culpa grupos ligados a Soros; Radde rebate pautas progressistas

Porto Alegre 24 Horas / Porto Alegre 24 horas
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  • O debate do programa Raio X nesta quinta-feira (4) reuniu Felipe Pedri, aliado de Jair Bolsonaro, e Leonel Radde, deputado estadual do Partido dos Trabalhadores (PT), em meio a divergências acentuadas.
  • Pedri afirmou que “feminicídio não existe” e atribuiu o termo a grupos que chamou de “pets do George Soros”, defendendo a ideia de homicídio passional.
  • Ele argumentou que o conceito seria um subterfúgio de linguagem que se popularizou no debate público.
  • Radde rebateu as posições de Pedri, ocorrendo troca de acusações sobre segurança pública, ideologia, política nacional e internacional.
  • O confronto foi um dos momentos mais acalorados do Raio X, evidenciando o choque entre as visões políticas e ideológicas dos debatedores.

O debate do programa Raio X, realizado nesta quinta-feira, teve Felipe Pedri e Leonel Radde como principais interlocutores. O encontro ocorreu em Porto Alegre, marcado por troca de argumentos sobre segurança pública, ideologia e políticas nacionais.

Durante a entrevista, Pedri afirmou que o feminicídio não existe e atribuiu a origem do termo a grupos próximos ao que descreveu como George Soros. Segundo ele, o que ocorre nesses casos seria um homicídio passional, caracterizando o conceito de feminicídio como um subterfúgio de linguagem.

Radde, deputado estadual pelo PT, rebateu as posições defendidas pelo aliado de Bolsonaro. O debate enfrentou críticas a pautas progressistas, à agenda política nacional e internacional, e ao que foi chamado de agenda woke, gerando confrontos entre as visões representadas pelos dois lados.

Ao longo do programa, a discussão revelou divergências profundas entre os campos político-ideológicos presentes, transformando o encontro em um dos momentos mais acalorados da edição. Não houve consenso sobre as leituras de segurança pública nem sobre as interpretações de políticas públicas.

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