- Peru entra no segundo turno entre a candidata associada ao fujimorismo e a esquerda, em uma disputa polarizada.
- O pleito ocorre após atrasos sem precedentes na apuração da primeira etapa.
- A votação é marcada pela divisão entre quem teme o retorno do fujimorismo e quem critica as propostas econômicas da adversária.
- O peso do voto dos indecisos será decisivo para o resultado.
- A candidata associada ao fujimorismo, filha de ex-ditador ou herdeira de líder que tentou golpe, pode se tornar o 14º presidente peruano neste século.
Peru entra no segundo turno da eleição presidencial, marcado pela polarização entre o fujimorismo e a esquerda. O pleito ocorre neste domingo, em meio a uma crise de legitimidade causada por atrasos sem precedentes na apuração da primeira etapa.
O contágio da disputa envolve Keiko Fujimori, filha do ex-ditador Alberto Fujimori, e um adversário ligado ao líder eleito que tentou dissolver o Congresso, em 2021. As duas candidaturas disputam votos com propostas distintas para o país.
A dúvida dos eleitores indecisos será decisiva para definir o resultado. A votação acontece em um contexto de incerteza sobre impactos econômicos, continuidade institucional e credibilidade das instituições diante da crise de legitimidade.
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