- A Procuradoria-Geral da República pediu ao Superior Tribunal de Justiça que o inquérito contra o ex-ministro Rui Costa volte a tramitar no Supremo Tribunal Federal.
- A investigação apura desvios na compra de 300 respiradores para combate à Covid-19, no valor de 48 milhões de reais, que não foram entregues.
- Em maio do ano anterior, o Tribunal de Contas da União afastou a responsabilidade de Rui Costa, à época governador da Bahia e presidente do Consórcio Nordeste.
- O processo criminal segue sem andamento devido às mudanças nas regras do foro privilegiado, fazendo o caso passar por diversas instâncias.
- A assessoria de Rui Costa não se manifestou sobre o andamento do inquérito.
A Procuradoria-Geral da República pediu ao Superior Tribunal de Justiça que o inquérito aberto em 2023 contra o ex-ministro Rui Costa volte a tramitar no Supremo Tribunal Federal. A PGR encaminhou nova manifestação sobre o caso.
A investigação apura desvios na compra de 300 respiradores destinados ao combate à Covid-19, por cerca de 48 milhões de reais. Segundo as informações, os equipamentos teriam sido adquiridos, mas não entregues.
À época em que o caso ganhou repercussão, Rui Costa era governador da Bahia e presidia o Consórcio Nordeste. A análise do Tribunal de Contas da União, em maio do ano passado, afastou responsabilidades envolvendo Costa.
O foro privilegiado gerou mudanças processuais que retardaram o andamento criminal. O processo passou por diferentes instâncias desde então, sem uma definição definitiva.
A assessoria de Rui Costa não respondeu a pedidos de comentário sobre o assunto. A defesa do ex-ministro também não se posicionou publicamente até o momento.
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