- Renan Santos, pré-candidato pelo Missão, afirmou que seu crescimento nas pesquisas começou antes da crise envolvendo Flávio Bolsonaro, em entrevista ao VEJA em Foco.
- Disse que não é fruto dos erros de Flávio e que está em terceiro lugar na pesquisa Atlas desde março, à frente de Romeu Zema e Ronaldo Caiado.
- A meta dele é chegar entre 10% e 12% das intenções de voto até a reta final da campanha, e afirmou que alcançaria esses números com ou sem Flávio.
- Atribuiu à crise espaço para outras candidaturas no campo da direita, destacando que os principais beneficiados seriam candidatos que se apresentam como alternativa ao grupo bolsonarista.
- Criticou o bolsonarismo, dizendo que o movimento é “oco em termos de perspectiva de Brasil” e defendeu a necessidade de uma nova liderança na direita para 2026.
Renan Santos, pré-candidato à presidência pelo Missão, afirma que o crescimento de suas intenções de voto começou antes das crises envolvendo o senador Flávio Bolsonaro e o banqueiro Daniel Vorcaro. Em entrevista ao VEJA em Foco, o fundador do Movimento Brasil Livre sustenta que não é fruto dos erros do irmão do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Segundo Renan, ele está em terceiro lugar na pesquisa Atlas desde março, à frente de Roméo Zema e Ronaldo Caiado. O pré-candidato disse que já esperava o avanço e que mira entre 10% e 12% das intenções de voto até o fim da campanha.
Desdobramentos políticos
Renan argumenta que o episódio envolvendo a família Bolsonaro abriu espaço para outros nomes na direita, mas afirma que os principais beneficiados não seriam os adversários mais próximos do bolsonarismo. O foco seria candidatos que se apresentam como alternativa ao grupo.
O líder do Missão também criticou o bolsonarismo, afirmando que o movimento não apresentou um projeto claro para o país ao chegar ao poder. Ele aponta que popularidade isolada não gera políticas consistentes.
Liderança e cenário para 2026
Renan afirma que o desgaste do grupo está ligado a episódios envolvendo a família Bolsonaro, inclusive declarações contestadas sobre moral e bons costumes. Para ele, o caso reforça a necessidade de uma nova liderança na direita para a disputa de 2026.
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