- O crescimento do poder do Parlamento pode permitir ao eleitor desmentir a ideia de que o próximo Congresso será sempre pior que o anterior.
- Escolha de deputados e senadores deve considerar renúncia a bolhas ideológicas, foco no cardápio de candidatos e evitar carisma ou promessas vagas.
- É preciso que o Legislativo tenha alinhamento com o candidato a presidente para facilitar o governo, sem abandonar a oposição.
- Há crítica à distorção em que o Congresso decide ações do governo sem responsabilidade sobre as políticas implementadas, especialmente no Orçamento.
- O leitor é chamado a observar rigorosamente as propostas dos candidatos e refletir sobre o papel do Congresso na governança, sem depender de mudanças de sistema.
O crescimento do poder do Parlamento não se limita a reequilibrar o Relacionamento entre Executivo e Legislativo. Ele pode influenciar a percepção de eleitores sobre o que virá no próximo Congresso. A pauta é promover escolhas que desmintam a ideia de que futuras Casas serão automaticamente piores.
Especialistas apontam que o desafio passa pelo perfil dos candidatos. Renúncia a bolhas ideológicas, avaliação cuidadosa do programa dos postulantes e evitar depender apenas de carisma ou promessas de terrenos na Lua são citados como requisitos para deputados e senadores.
Outro ponto central é a relação entre o Legislativo e o presidente eleito. Um Parlamento alinhado ao candidato com identidade programática facilita a governabilidade e a implementação de políticas. A defesa de um equilíbrio entre oposição e base governista também é mencionada para evitar distorções.
Desafios para o eleitor
Observa-se a necessidade de um escrutínio rigoroso sobre o que os candidatos defendem para os mandatos futuros. Perguntas sobre a utilidade dos futuros mandatos e a responsabilidade pelas políticas públicas propostas devem constar do debate. A participação consciente é apresentada como caminho para influir no funcionamento do Congresso.
A pauta também ressalta o papel do eleitor na definição de prioridades. Questionar propostas e exigir clareza sobre o papel do Congresso são apontados como medidas para assegurar que o Legislativo seja parte efetiva da governabilidade, sem reduzir o papel de cada Poder.
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