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Governo do Acre responsabiliza construtora pela ponte de R$ 36 milhões que desabou

Governo do Acre responsabiliza a Construtora Cidade pela ponte de R$ 36 milhões desabada; obra ainda estava dentro da garantia de cinco anos

Governadora disse que construtora responsável por ponte que desabou será responsabilizada.
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  • A governadora do Acre, Mailza Assis, afirmou que a Construtora Cidade será responsabilizada pela ponte Frei Paolino Baldassari, que desabou na sexta-feira, 5, em Sena Madureira.
  • A obra custou 36 milhões de reais e foi inaugurada em março de 2024; segundo o governo, ainda estava dentro do período de garantia de cinco anos.
  • A construção foi supervisionada pelo Deracre e executada pela Construtora Cidade, em modalidade integrada, ficando a empresa responsável por projeto básico, executivo e execução.
  • A Procuradoria-Geral do Estado vai pedir tutela antecipada para obrigar a reconstrução da ponte ou oferecer uma travessia alternativa, além de possível bloqueio de bens da empresa e garantia de assistência aos quatro feridos.
  • O governo aponta o “efeito de terras caídas” — erosão nas margens de rios — como possível causa, destacando que a ponte fica sobre o Rio Iaco, um curso jovem com cheias e secas frequentes.

A governadora do Acre, Mailza Assis, afirmou neste sábado que a construtora responsável pela ponte que desabou será responsabilizada. A obra, de R$ 36 milhões, estava no período de garantia de cinco anos. O desab ocorreu nesta sexta, 5, em Sena Madureira.

O Governo explica que a ponte Frei Paolino Baldassari foi inaugurada em março de 2024, ainda na gestão anterior, e foi supervisionada pelo Deracre. A obra foi executada pela Construtora Cidade, em menos de dois anos.

Em nota, a Procuradoria-Geral do Estado informou que pode pedir tutela antecipada para obrigar a reconstrução ou oferecer alternativa de travessia no rio Iaco. Também avalia bloquear bens da empresa pelo valor do contrato.

Quatro pessoas ficaram feridas, uma em estado gravíssimo. A construtora deve garantir assistência médica aos atingidos. Não há prazo definido para a reconstrução, segundo o governo.

Medidas legais e responsabilidades

O governo afirma que a empresa assumiu integralmente o projeto básico, executivo e a execução da obra. A construtora é apontada como responsável pelas decisões técnicas que moldaram a estrutura. O Deracre não integrou o projeto conceitual.

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