Em Alta Copa do Mundo NotíciasPessoasAcontecimentos internacionaisConflitosPolítica

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Nova York critica donos de animais que deixam dejeto no chão

Aumento de queixas por fezes de cães em Nova York leva a propostas de educação e fiscalização, com dispensers, sinalização e campanhas de conscientização

A professional dog walker, Lope Ramos, stops for one of her eight dogs in the Brooklyn borough of New York City.
0:00
Carregando...
0:00
  • Washington Heights acumula mais queixas de fezes de cães, totalizando dezoito residentes da comunidade este ano, com 175 registros; o segundo maior conselho comunitário tem 116 denúncias.
  • A cidade sofre para fiscalizar: em 2025 foram emitidas apenas duas intimações, apesar de várias denúncias, o que mostra dificuldade em flagrar responsáveis.
  • Os vereadores apresentaram o Safe and Clean Outdoor Ownership Practices (Scoop) Act, um conjunto de medidas para reduzir o problema, como disponibilizar sacos para fezes, instalar sinalização, criar programa de compostagem e campanhas de conscientização.
  • A elevação no número de donos de animais e o aumento de denúncias vêm reunindo relatos em outras áreas dos Estados Unidos, com padrões de crescimento mesmo após a pandemia.
  • A Lei do “Pooper-Scooper” permite multa de até 250 dólares para quem não recolhe as fezes, mas a aplicação tem sido desafiadora.

Manhattan registra aumento de queixas de moradores sobre fezes de cães. O crescimento de denúncias levou a prefeitura a buscar soluções para coibir proprietários negligentes e reduzir os riscos sanitários. Washington Heights concentra o maior número de ocorrências este ano.

Dados da comunidade mostram que, neste ano, pelo menos 175 membros do conselho comunitário de Washington Heights registraram reclamações sobre resíduos caninos; o segundo maior distrito teve 116 queixas, segundo a administração municipal. A gravidade é destacada pela presença de resíduos nas calçadas.

Moradores relatam dificuldades de fiscalização: embora exista uma lei que pune quem não recolhe fezes, as autoridades dizem que flagrar infratores é complicado. Em 2025, patrulhas da sanitation não identificaram infratores, resultando em apenas duas autuações no ano.

Ações previstas e posicionamentos

Representantes da prefeitura — incluindo a presidente da Câmara Municipal, Julie Menin — defendem medidas não punitivas, buscando educação, conscientização e dissuasão. O objetivo é tornar as calçadas mais seguras sem criar penalidades diretas.

Os projetos em discussão incluem abastecimento de dispensers de sacos de lixo, sinalização sobre penalidades, programa piloto de coleta de fezes para compostagem e campanhas de divulgação sobre os riscos. A proposta recebe apoio de moradores como Diana O’Dwyer, que cobra mais rigor na aplicação.

Outros bairros também relatam aumento de resíduos, como evidenciado por casos em Brooklyn. Além de Washington Heights, a cidade planeja ações estratégicas para ampliar a fiscalização, educação e engajamento da comunidade.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais