- A cor amarela da camisa da Seleção Brasileira fica como símbolo de campanha na Copa do Mundo de 2026, nos Estados Unidos, nas próximas semanas.
- O presidente Luiz Inácio Lula da Silva divulgou foto usando a camisa amarela com short azul, citando a defesa da soberania.
- O senador Flávio Bolsonaro participou de eventos em Patos de Minas (MG) com a camisa da seleção, compartilhando mensagens de apoio.
- O ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema, utilizou a imagem da camisa em vídeos e fez críticas sobre a participação de atletas trans em competições femininas.
- O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, também já apareceu em atos vestindo a camisa, ampliando a disputa simbólica entre esquerda e direita pelo uso do uniforme.
O amarelo da camisa da Seleção Brasileira ganhou protagonismo na campanha presidencial, durante a Copa do Mundo de 2026 nos Estados Unidos. A estratégia envolve o uso da cor em atos e publicidade dos candidatos, enquanto a competição esportiva segue em andamento. O objetivo é associar a imagem do futebol à soberania e à cidadania.
O presidente Lula, do PT, divulgou nas redes sociais uma foto com a camisa amarela e o short azul, acompanhada da mensagem O Brasil é dos brasileiros, referente à defesa da soberania nacional. A publicação reforça o tom nacionalista presente na campanha.
O senador Flávio Bolsonaro, do PL, também tem utilizado a peça em eventos, incluindo a festa da Fenamilho, em Patos de Minas (MG). Em suas redes, ele destacou que cada abraço e diálogo reforçam o apoio ao Brasil que ele procura apresentar.
Contexto simbólico da cor amarela
O uso político da camisa da seleção é tema de debate entre apoiadores de diferentes lados. Enquanto parte da esquerda busca vincular o amarelo à cidadania, a ala conservadora já o associava à imagem bolsonarista. A disputa busca explorar uma referência nacional comum.
O ex-governador de Minas, Romeu Zema, do Novo, também acionou o símbolo em seus conteúdos, defendendo posicionamentos sobre temas de identidade de gênero. Zema afirmou discordar da participação de atletas trans em certas competições entre mulheres.
O governador de Goiás, Ronaldo Caiado, do PSD, já apareceu em eventos vestindo a camisa, ampliando a presença do símbolo na arena política durante a campanha. A difusão da cor segue como elemento visual comum entre adversários.
A pele da disputa envolve a apropriação de um símbolo nacional com histórico esportivo. Observa-se uma separação entre conteúdos que promovem a soberania e aqueles que enfatizam a inclusão de políticas identitárias, sem que haja consenso em torno da leitura do amarelo.
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