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Aumenta a pressão pela securitização de dívidas de produtores gaúchos

Apoio ao PL 5.122/2023 em Brasília aumenta pressão pela securitização de dívidas do agronegócio gaúcho para recuperação financeira

Durante o ato, o deputado Luciano Zucco (ao centro) destacou que a articulação agora se concentra no Senado, após a aprovação da proposta pela Câmara - (crédito: Mateus Raugust)
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  • Parlamentares, entidades e agricultores pressionam no Salão Verde da Câmara para votar o PL 5.122/2023, que propõe securitização de dívidas de produtores gaúchos com recursos do Fundo Social.
  • O texto será analisado pelo Senado na quarta-feira (10/6) e é visto como essencial para a recuperação de produtores atingidos por estiagens e enchentes no Rio Grande do Sul.
  • Os manifestantes vestiam camisetas “Luto pelo Agro” e pediram celeridade, com participação do movimento SOS Agro e de deputados da bancada gaúcha.
  • O relator na Câmara, deputado Afonso Hamm, afirmou que o projeto não prevê anistia, mas busca reestruturar dívidas para que produtores consigam honrar compromissos, com uso do Fundo Social.
  • Entidades como Fetag-RS destacam a importância da união entre produtores e parlamentares para manter a produção e a cadeia do agronegócio no estado.

Parlamentares, entidades e produtores gaúchos intensificaram, nesta terça (9/6), a pressão pela aprovação da securitização de dívidas dos produtores do Rio Grande do Sul. O ato ocorreu no Salão Verde da Câmara, em Brasília, para pressionar o Senado.

O foco é o PL 5.122/2023, que propõe um mecanismo de reestruturação de débitos rurais com recursos do Fundo Social. A proposta está pautada para análise no Senado na quarta (10/6) e é vista como essencial para a recuperação de produtores afetados por estiagens e enchentes.

Participaram do ato deputados da bancada gaúcha, entidades do setor e o movimento SOS Agro. Vestiam camisetas pretas com a frase Luto pelo Agro. Os presentes cobraram celeridade na tramitação e apoio político para o texto.

Entidades pedem união

Entre os presentes, o empresário Arlei Romero sustentou que o agronegócio não recebe tratamento igual a outros setores. Afirmou que a securitização visa manter a atividade produtiva e a contribuição do campo à economia.

O presidente da Fetag-RS, Eugênio Zanetti, ressaltou que a união de entidades e parlamentares é crucial para manter a produção no estado. Ele destacou a expectativa de milhares de famílias rurais.

Relator da proposta na Câmara, o deputado Afonso Hamm destacou que o texto não prevê anistia ou perdão de dívidas. O foco é reestruturar passivos para que os produtores cumpram compromissos, com base em condições realistas.

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