- O senador Camilo Santana afirmou, no Plenário do Senado, que o programa Brasil Contra o Crime Organizado, lançado em maio, já investiu aproximadamente R$ 30 milhões e causou prejuízo estimado de R$ 361 milhões às organizações criminosas.
- O pronunciamento ocorreu nesta terça-feira (9) e destacou resultados do programa no combate ao crime organizado.
- Segundo Santana, o enfrentamento à criminalidade depende de integração entre as forças de segurança, investigação qualificada, controle de presídios e combate ao mercado ilegal de armas.
- Ele pediu que o Senado advance na votação da PEC da Segurança Pública (PEC 18/2025), que institucionaliza o Sistema Único de Segurança Pública para ampliar a coordenação nacional.
- O senador também defendeu a tramitação da PEC 221/2019, que reduz a jornada de 44 para 40 horas, com regime 5×2 e dois dias de descanso, sem redução salarial, beneficiando jovens, mulheres e pessoas em situação vulnerável.
Em pronunciamento no Plenário do Senado nesta terça-feira (9), Camilo Santana (PT-CE) destacou resultados do programa Brasil Contra o Crime Organizado, lançado em maio pelo governo federal. Ele informou investimento de cerca de R$ 30 milhões e prejuízo estimado de R$ 361 milhões às organizações criminosas.
Santana afirmou que o enfrentamento à criminalidade exige integração entre as forças de segurança, investigação qualificada, controle de presídios e combate ao mercado ilegal de armas. O senador pediu avanços na votação da PEC da Segurança Pública, a PEC 18/2025, no Senado.
Ele explicou que a PEC pretende institucionalizar o Sistema Único de Segurança Pública, ampliando o alcance das forças federais e promovendo a coordenação com os estados na troca de informações e na cooperação. A ideia é enfrentar a criminalidade de forma integrada.
Sobre políticas trabalhistas, Camilo Santana defendeu a tramitação da PEC 221/2019, que prevê o fim da escala 6×1 e a redução da jornada semanal de trabalho. Segundo ele, a proposta pode beneficiar milhões de trabalhadores, com foco em jovens, mulheres e pessoas em situação de vulnerabilidade.
O senador ressaltou que a mudança garantiria dois dias de descanso, mantendo a remuneração, e avaliou que a medida pode contribuir para a qualidade de vida e a saúde dos trabalhadores. A defesa das propostas foi apresentada como contribuição histórica ao tema.
Vitória Clementino, sob supervisão de Dante Accioly
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
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