- A senadora Damares Alves defendeu o PL 5.238/2025, do qual é relatora, que cria políticas públicas para pacientes com linfangioleiomiomatose (LAM.
- A proposta busca ampliar o diagnóstico precoce, o acesso a exames especializados e o tratamento adequado para mulheres principalmente afetadas pela doença.
- Ela aponta que a falta de centros especializados leva a diagnósticos equivocados e ao início de tratamentos tardios, aumentando a gravidade do quadro.
- A senadora afirma que custo de internações, exames repetidos e procedimentos por diagnóstico tardio supera o gasto com acesso regular ao Sirolimo e a exames de alta resolução.
- Em junho, mês de conscientização da LAM, o objetivo é ampliar o debate e chamar atenção para a necessidade de políticas públicas voltadas às pacientes.
Damares Alves (Republicanos-DF) defendeu o PL 5.238/2025, do qual é relatora, que cria políticas públicas voltadas às pacientes com linfangioleiomiomatose (LAM). A proposta busca ampliar diagnóstico precoce, acesso a exames especializados e tratamento adequado.
Segundo a senadora, a ausência de centros especializados e o desconhecimento sobre a doença levam a diagnóstico equivocado e tratamento tardio. Ela aponta que a demora compromete o controle da LAM e aumenta a necessidade de procedimentos mais intensos.
Ela destacou que o custo de complicações evitáveis no SUS supera o investimento em Sirolimo e em exames de alta resolução. O PL propõe critérios mínimos para oferecer dignidade às pacientes e evitar internações desnecessárias.
Contexto e objetivo
A parlamentar sinalizou que o mês de junho é dedicado à conscientização sobre a LAM, ampliando o debate sobre políticas públicas. O objetivo é reduzir o tempo de diagnóstico e facilitar o acesso a terapias e exames.
Ela ressaltou que o diagnóstico no Brasil ainda é demorado e que atrasos podem levar a filas de transplante. A ideia é antecipar medidas para incorporar terapias ao SUS sem burocracia excessiva.
Desdobramentos previstos
A defesa do PL envolve a mobilização de autoridades de saúde para priorizar a LAM e ampliar a formação de profissionais. As ações devem impactar a rede de saúde pública e o acolhimento às pacientes.
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