- O governo vai propor aumentar a mistura de etanol na gasolina de 30% para 32% (E32.
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- A decisão foi tomada após reunião entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, e representantes do setor, em 9 de junho.
- A ideia será submetida ao Conselho Nacional de Política Energética para debate em até quinze dias.
- O objetivo é reduzir a importação de gasolina e mitigar impactos da alta do petróleo causada por conflitos internacionais.
- Há possibilidade técnica de chegar a 35% (E35), mas a equipe aposta na viabilidade da E32 no momento.
O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva vai propor ao Conselho Nacional de Política Energética aumentar para 32% a participação do etanol na gasolina. A medida envolve o etanol anidro utilizado na mistura. A proposta foi anunciada nesta terça-feira (9/6). Local: Palácio do Planalto, após reunião entre Lula, o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, e representantes de associações de produtores de etanol e bioenergia.
A decisão pretende reduzir a necessidade de importação de gasolina, diante da alta do petróleo no mercado internacional causada por conflitos geopolíticos. A ideia é deixar o Brasil mais autossuficiente na cadeia de combustível, minimizando impactos externos.
Segundo Silveira, há também estudos técnicos que indicam a viabilidade de chegar a 35% de etanol na gasolina (E35), porém a equipe do presidente opta por submeter ao CNPE a proposta de 32% (E32) para debate.
Caminho e próximos passos
A proposta será submetida ao CNPE nos próximos 15 dias para debate e definição de diretrizes. O objetivo é detalhar impactos técnicos, econômicos e logísticos da mudança, incluindo efeitos sobre produtores, abastecimento e preços ao consumidor.
Atualmente, a gasolina comercializada no país já contém 30% de etanol. A medida visa manter o abastecimento estável e reduzir a dependência de importação diante de oscilações do mercado global.
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