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Max Maciel critica empréstimo ao BRB e cobra explicações do governo

Max Maciel critica empréstimo de R$ 6,6 bilhões ao BRB, cobra informações e convoca o presidente do banco para esclarecer na CLDF

Ao justificar sua posição contrária à votação sem mais esclarecimentos, o deputado comparou a operação à contratação de um empréstimo por qualquer cidadão - (crédito: Marcelo Ferreira/CB/D.A Press)
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  • O deputado Max Maciel (PSol) afirmou na CLDF que não há informações suficientes para aprovar a operação de crédito de até R$ 6,6 bilhões para reforçar o caixa do Banco de Brasília (BRB).
  • Ele questionou itens básicos do empréstimo, como taxa de juros, prazo, garantias e cronograma de pagamento, que não constam no texto enviado pelo Executivo.
  • Maciel disse não se sentir confortável em votar sem conhecer detalhes e impactos para os cofres públicos.
  • O deputado pediu que o presidente do BRB, Nelson de Souza, compareça à CLDF para esclarecer os pontos e justificar a proposta.
  • Afirmou que a medida não é solução definitiva, podendo representar apenas um sub-respiro de oito meses, com dúvidas sobre déficit e riscos futuros, defendendo transparência no debate.

O deputado distrital Max Maciel (PSol) criticou o pedido de empréstimo de até R$ 6,6 bilhões para o BRB durante sessão na Câmara Legislativa do DF nesta terça-feira, 9/6. A votação depende de encaminhamentos do Executivo ao Legislativo.

Segundo ele, não há informações suficientes no texto enviado ao parlamento para aprovar a operação. Maciel questionou juros, prazo, carência e cronograma de pagamento, considerados essenciais para análise.

O parlamentar afirmou que as informações atuais não trazem garantias para o Estado ou para os trabalhadores, e disse não se sentir confortável em votar sem detalhes básicos.

Max Maciel também cobrou que o presidente do BRB, Nelson de Souza, compareça à CLDF para esclarecer pontos pendentes e apresentar as informações solicitadas pela Câmara.

Para ele, a proposta não resolve a crise do BRB, oferecendo apenas um respiro de oito meses. Dúvidas sobre o déficit real e os riscos da operação permanecem, segundo o deputado.

O autor do pedido enfatizou a necessidade de debate transparente, com foco na responsabilidade política e no impacto para a população do Distrito Federal.

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