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Milhares de manifestantes marcham ao estádio da Copa no México com barreiras policiais

Milhares de professores marcham rumo ao Estádio Azteca, palco da abertura da Copa do Mundo de 2026; polícia monta barreiras a cerca de um quilômetro do local

Professores marcham em direção ao Estádio da Cidade do México durante um protesto realizado antes da Copa do Mundo, na Cidade do México, em 9 de junho de 2026. — Foto: Reuters/Luis Cortes
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  • Milhares de manifestantes bloquearam uma avenida que leva ao Estádio Azteca, na Cidade do México, nesta terça-feira (9).
  • O protesto foi organizado por um grupo dissidente do sindicato de professores (CNTE).
  • O Estádio Azteca sediará a cerimônia de abertura da Copa do Mundo de 2026 na quinta-feira, 11 de junho, com México contra África do Sul.
  • Autoridades montaram barreiras de concreto a cerca de um quilômetro do estádio para impedir a marcha; policiais acompanham a movimentação.
  • A presidente Claudia Sheinbaum afirmou que a cerimônia ocorrerá conforme o planejado e descreveu a ação como provocação do sindicato; os manifestantes querem chegar ao local.

Milhares de manifestantes bloquearam uma avenida que dá acesso ao Estádio Azteca, na Cidade do México, nesta terça-feira (9). A mobilização é liderada por dissidentes do sindicato de professores CNTE, que já protagonizam protestos na capital desde a semana passada. A proximidade da abertura da Copa do Mundo de 2026 sustenta o movimento.

As autoridades instalaram barreiras de concreto a cerca de um quilômetro do estádio e mobilizaram milhares de agentes para impedir a chegada da marcha ao local. O objetivo dos protestos, segundo organizadores, é chamar a atenção para demandas da categoria de docentes, mesmo com o calendário da Fifa mantido.

Segurança e mobilização policial

A cerimônia de abertura da Copa ocorre no Estádio Azteca no dia 11 de junho, com a partida México versus África do Sul. Mesmo com as ações de bloqueio, o governo garantiu que a cerimônia acontecerá conforme o planejamento, afastando qualquer interrupção significativa.

Como resposta, a presidente Claudia Sheinbaum afirmou que as ações de alguns manifestantes foram provocativas e que o governo continua trabalhando para manter a agenda oficial. O movimento promete manter a pressão, sem informar data exata de novas ações.

Professores participantes destacaram a continuidade da mobilização e a intenção de seguir marchando até o estádio, caso as negociações não avancem. Autoridades reiteraram a presença policial permanente nas vias de acesso ao local.

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