- A Polícia Federal ainda vê a segunda proposta de colaboração premiada apresentada pela defesa de Daniel Vorcaro como insuficiente e deve rejeitá-la.
- A rejeição deve ser comunicada ainda nesta semana, pois o prazo para Vorcaro permanecer com visitas de advogados vence na sexta-feira.
- Pesquisas da PF indicam que Vorcaro não teria “virado a chave” para reconhecer crimes envolvendo políticos e autoridades.
- Apesar de mais robusta que a primeira, a segunda proposta não traz novos fatos relevantes segundo os investigadores.
- A Procuradoria-Geral da República não se manifestou oficialmente ao STF sobre a proposta, e pode haver posição até sexta.
A Polícia Federal não deve aceitar a segunda proposta de colaboração premiada apresentada pela defesa do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, dono do extinto Banco Master. A PF ainda entende a proposta como insuficiente e sem novos fatos relevantes.
Segundo apuração, investigadores avaliam que Vorcaro não teria “virado a chave” e passado a reconhecer crimes em relação a políticos e autoridades. A delação, embora mais robusta que a primeira, não teria atendido a esse requisito.
A análise da PF deve levar à rejeição ainda nesta semana. O prazo para Vorcaro permanecer com visitas de seus advogados vence na sexta-feira, sem previsão de reunião entre defesa, PF e PGR.
A defesa de Vorcaro ainda não foi informada oficialmente da posição da PF, e não houve resposta oficial da defesa até o momento. A Procuradoria Geral da República (PGR) não se manifestou ao STF sobre a rejeição ou não.
Na PGR, a avaliação é de que o processo de colaboração envolve várias etapas, com pedidos de complementação de informações e possível mudança de postura do investigado. Não houve confirmação de novo prazo para encaminhar manifestação.
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