- Edinho Silva, presidente do PT, afirmou que Kassio Nunes Marques “deve ter fundamentos” para suspender a pesquisa AtlasIntel/Bloomberg de maio; a decisão monocrática está na pauta do TSE para referendo ou derrubada.
- Ele disse que o PT respeita o Judiciário e que o presidente do TSE vai conduzir o processo eleitoral da melhor forma possível.
- Edinho evitou criticar a decisão e ressaltou que decisões do Judiciário não se debatem, apenas se respeitam.
- No seminário sobre reforma do Judiciário, o petista indicou que propostas podem entrar no programa de governo de Lula se houver consenso, mas não é prioridade definir mandatos para ministros do STF.
- Sobre alianças regionais, a prioridade é a reeleição de Lula; há negociações em Goiás e Minas Gerais, com contatos envolvendo Kalil, PSB e MDB.
O presidente do PT, Edinho Silva, afirmou que Kassio Nunes Marques, do TSE, “deve ter fundamentos” para suspender a pesquisa AtlasIntel/Bloomberg de maio. A decisão monocrática está na pauta do TSE para a apreciação dos ministros.
Ele não cobrou explicitamente a medida, mas destacou o respeito ao Judiciário. Edinho disse que o PT confia que o presidente do TSE conduzirá o processo eleitoral da melhor forma possível e que o partido acatará o que for decidido.
O dirigente falava antes de um seminário promovido pelo PT sobre reforma do Judiciário. O foco do evento foi discutir propostas com base nos interesses da sociedade e no fortalecimento do sistema judiciário.
Alianças regionais priorizam a reeleição
No evento, Edinho informou que as alianças regionais terão como prioridade a reeleição de Lula. Segundo ele, esse critério orientará as articulações nos estados, ainda que haja diálogos com aliados.
Em Goiás e Minas, dirigentes regionais apresentaram resoluções para candidaturas próprias. Edinho afirmou que, apesar da prioridade pela reeleição, o PT manterá diálogo com partidos aliados para ampliar as coligações.
Edinho mencionou que, em Minas, o partido trabalha com lideranças como Alexandre Kalil, PSB e MDB. Em Goiás, a estratégia envolve nomes para debater com aliados, mantendo o objetivo de ampliar apoios a Lula.
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