- STF discute ampliar atuação nas eleições de 2026, abrangendo temas do Tribunal Superior Eleitoral, hoje presidido por Kassio Nunes Marques, para evitar ficar refém de decisões do TSE e ampliar protagonismo no pleito.
- PT teme que a atuação de Nunes Marques no TSE gere um precedente perigoso, com a possibilidade de maior intervenção do tribunal nas eleições de 2026.
- PF analisa nova delação do ex-banqueiro Daniel Vorcaro; na versão ampliada, ele cita ministros, parlamentares e o financiamento do filme Dark Horse, e isenta o senador Flávio Bolsonaro de crimes relacionados ao apoio ao filme.
- Estados Unidos desmentem sanções ao Pix; especialistas veem baixo risco de restrições ao sistema de pagamentos, e o governo americano afirma que medidas visam pessoas e empresas ligadas a facções, não o Pix.
- O programa Sem Rodeios, da Gazeta do Povo, vai ao ar às 13h30 pelo YouTube.
O STF discute ampliar a atuação em eleições de 2026, incluindo temas tradicionalmente conduzidos pelo TSE, hoje liderado por Kassio Nunes Marques. A ideia interna é evitar que o Supremo fique limitado por decisões do tribunal eleitoral e ampliar seu protagonismo em pleitos.
Integrantes da cúpula petista avaliam que a decisão de suspender uma pesquisa que mostrava queda de apoio a Flávio Bolsonaro pode criar um precedente. A percepção é de que o TSE ganharia autonomia de forma a restringir o papel do STF em temas eleitorais.
A PF analisa uma nova delação do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, após rejeitar a primeira versão por omissões. A segunda versão amplia relatos, citando ministros, parlamentares e o financiamento de um filme sobre Jair Bolsonaro. Vorcaro isenta Flávio Bolsonaro de crime.
Vorcaro e as novas informações
Segundo os relatos, a delação envolve ligações entre membros do governo e projetos culturais ligados ao apoio a campanhas. A PF ainda apura a veracidade das informações e a eventual repercussão política.
A investigação busca esclarecer se houve financiamento ilegal de atividades políticas vinculadas ao filme Dark Horse, além de confirmar a participação de pessoas públicas. O caso segue em apuração e não há conclusão divulgada.
EUA desmentem sanções ao Pix
Especialistas avaliam baixo risco de sanções dos EUA ao sistema de pagamentos brasileiro Pix, mesmo com tom crítico de governo Lula. O governo americano afirma que medidas miraram indivíduos e empresas associadas a facções, não o sistema de pagamentos.
As autoridades dos EUA reforçam que o foco são pessoas e organizações específicas, não o funcionamento do Pix. O assunto é tratado com cautela pelas autoridades brasileiras e pelo mercado financeiro.
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