- O plenário do Tribunal Superior Eleitoral decide nesta terça-feira se mantém a censura à pesquisa Atlas/Bloomberg que mostrou queda de seis pontos nas intenções de voto de Flávio Bolsonaro após o caso “Dark Horse”.
- A ordem foi expedida pelo presidente do tribunal, ministro Kassio Nunes Marques, a pedido da defesa de Flávio, e o resultado pode indicar como a nova composição da corte lida com controvérsias eleitorais.
- A pesquisa, divulgada em dezoito de maio, ouviu cinco mil e trinta e três pessoas por recrutamento digital aleatório e apontou o recuo de seis pontos, com Flávio atrás de Lula em cenário de segundo turno.
- O último item do questionário foi o áudio em que Flávio pedia dinheiro a Daniel Vorcaro para financiar o filme Dark Horse; a defesa alegou contaminação e indução das respostas.
- Além de Kassio, votam os ministros André Mendonça, Dias Toffoli, Floriano Azevedo Marques, Estela Aranha, Antonio Carlos Ferreira e Ricardo Villas Bôas Cueva; a sessão começa às 19h.
O plenário do TSE decide nesta terça-feira (9) se mantém a censura à pesquisa Atlas/Bloomberg que mostrou queda de 6 pontos nas intenções de voto de Flávio Bolsonaro após o caso Dark Horse. A decisão ocorre em Brasília, na sede do Tribunal Superior Eleitoral.
A solicitação foi apresentada pela defesa de Flávio e envolve o presidente do tribunal, Kassio Nunes Marques. O plenário pode manter ou revogar a ordem de censura imposta ao estudo. A sessão tem início previsto para as 19h.
Contexto da pesquisa
A AtlasIntel informou que a queda de 6 pontos ocorreu em estudo divulgado em 19 de maio, com 5.033 entrevistas por recrutamento digital aleatório. O questionário continha 48 itens, incluindo um áudio sobre Flávio e Vorcaro para financiar o filme Dark Horse.
Argumentos e posição das partes
A defesa de Flávio sustenta contaminação e indução das respostas por causa do áudio. A empresa AtlasIntel afirma manter o rigor científico e que o áudio só foi apresentado aos usuários posteriormente, sem permitir alterações nas respostas.
Composição e votação
Além de Kassio, votam na sessão os ministros André Mendonça, Dias Toffoli, Floriano Azevedo Marques, Estela Aranha, Antonio Carlos Ferreira e Ricardo Villas Bôas Cueva. A decisão pode redefinir o tratamento de casos controversos no pleito de 2026.
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