- Romeu Zema sinalizou apoio a Flávio Bolsonaro no segundo turno das eleições, mantendo posição anti PT.
- Em entrevista à rádio CBN, afirmou que apoiará quem enfrentar o PT na disputa final, com intenções de voto estáveis em até 5%.
- O encontro entre Zema e Flávio Bolsonaro, em Belo Horizonte, ocorreu na terça-feira (2), indicando reaproximação após atrito com bolsonaristas.
- O atrito envolveu diálogos entre Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro sobre aporte milionário para produção ligada ao caso Banco Master, episódio que Zema chamou de tapa na cara dos brasileiros.
- Zema também negocia com o governador Ronaldo Caiado, visando possível vice na chapa, enquanto o TSE suspendeu a pesquisa AtlasIntel que apontava queda de Flávio Bolsonaro.
Romeu Zema sinalizou apoio a Flávio Bolsonaro no segundo turno das eleições presidenciais. A afirmação foi feita em entrevista à rádio CBN nesta segunda-feira, 8, pelo pré-candidato do Novo. Zema disse que apoiará quem enfrentar o PT na disputa final, mantendo intenção de voto estável em até 5% nas pesquisas.
A declaração marca uma reaproximação com o campo bolsonarista após atritos recentes entre Zema e bolsonaristas. A tensão ganhou contornos quando o ex-governador reagiu publicamente a diálogos entre Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro, envolvendo financiamento para produção ligada ao caso Banco Master.
Encontro em Belo Horizonte fortaleceu a aproximação. Zema e Flávio Bolsonaro estiveram juntos na cidade na terça-feira, 2, horas após a crise na pré-campanha de Flávio, que levou a redução das intenções de voto em pesquisas.
Paralelamente, Zema manteve discussões com o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, sobre uma possível vice-candidatura na chapa. As tratativas ocorrem em meio a movimentos para recompor alianças no arco bolsonarista.
No plano institucional, o Tribunal Superior Eleitoral suspendeu a divulgação da pesquisa AtlasIntel, que mostrava a queda de Flávio Bolsonaro após o episódio com Vorcaro e o Banco Master. A decisão impede a divulgação de números ainda não verificados.
A crise envolvendo as conversas entre Flávio Bolsonaro e Vorcaro repercutiu na avaliação pública do pré-candidato, especialmente entre eleitores que acompanham o tema financeiro ligado ao caso Master. A suspensão da pesquisa amplia o efeito do episódio sobre a agenda eleitoral.
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