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Alcolumbre pede cautela em propostas que afetam contas públicas

Alcolumbre alerta sobre propostas que aumentam piso salarial e afetam contas públicas, dizendo que período eleitoral dificulta votações com impacto financeiro

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), durante sessão no plenário na terça-feira (9)
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  • O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, pediu cautela com propostas que impactam as contas públicas e dependem de votação na Casa.
  • Ele destacou a responsabilidade fiscal e afirmou não poder pautar textos com efeito financeiro, especialmente em ano eleitoral.
  • Entre os projetos citados estão aumentos de piso salarial para fisioterapeutas, dentistas, técnicos de enfermagem, garis, técnicos da educação, médicos-veterinários e agentes comunitários de saúde, além de aposentadorias especiais.
  • Alcolumbre não citou diretamente a ideia de fim da escala de trabalho 6×1, mas disse que é complexo votar medidas que podem exigir pagamentos adicionais de governos e municípios.
  • Nesta quarta-feira, a Comissão de Constituição e Justiça aprovou a aposentadoria especial para agentes comunitários de saúde, e o texto segue para o plenário; houve ainda um apelo de Fabiano Contarato para aumentar o piso de garis e margaridas.

Davi Alcolumbre, presidente do Senado, alertou no plenário sobre a fila de propostas que impactam as contas públicas e ainda aguardam votação. Disse que, por responsabilidade fiscal, não pode pautar medidas que aumentem gastos. A fala ocorreu na terça-feira, 9, em Brasília.

O dirigente citou exemplos de pautas em tramitação que elevam pisos salariais ou concedem aposentadorias especiais a diversas categorias. Entre os mencionados estão fisioterapeutas, dentistas, técnicos de enfermagem, garis, profissionais da educação, médicos-veterinários e agentes comunitários de saúde. Segundo ele, o contexto eleitoral favorece votos aprovando os textos sem análise adequada do impacto fiscal.

Alcolumbre destacou a complexidade do tema e afirmou que o Brasil precisa resistir a pressões por medidas de elevação de gastos durante o período eleitoral. Ele não mencionou diretamente a proposta sobre o fim da escala de 6×1, defendida pelo governo, cuja economia é contestada por setores produtivos. Também lembrou a cobrança de muitos colegas, afirmando ser necessário evitar pautar medidas que não haja viabilidade financeira.

Durante a sessão, o senador Fabiano Contarato pediu apoio à proposta que aumenta o piso de garis, entre outros servidores. A fala ocorreu ontem e reforçou a pressão por decisões rápidas sobre os pisos.

Amanhã, a CCJ do Senado aprovou a aposentadoria especial para agentes comunitários de saúde, que deve seguir para o plenário. A medida tramita em meio a debates sobre impactos financeiros e ajustes na folha de pagamentos.

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