- Prédio do antigo Centrad, em Taguatinga, será adaptado para o Centro Administrativo do DF (CAD-DF), com reformas na rede elétrica e impermeabilização de coberturas.
- Obras incluem recuperação de infiltrações, pintura interna e externa, troca de vidros e reparos estruturais; elevadores também serão mantidos.
- Espaços devem ficar prontos em até 90 dias; o complexo permaneceu desocupado por aproximadamente 12 anos.
- Economia estimada com transferência de órgãos alugados para o CAD-DF é de cerca de R$ 1 bilhão em cinco anos; custos de manutenção continuarão sob responsabilidade dos órgãos.
- Primeiro órgão a migrar será a Secretaria de Obras e Infraestrutura, seguido pela Governadoria, Casa Civil e Casa Militar, com o gabinete da governadora funcionando no local em até três meses.
O CAD-DF, prédio do antigo Centro Administrativo de Taguatinga, passa por reformas para receber seis pastas do Governo do Distrito Federal (GDF). O objetivo é adequar o espaço, com reformas elétricas, impermeabilização de coberturas e recuperação de infiltrações, para abrigar os órgãos da estrutura pública.
O espaço ficou desocupado por quase 12 anos e recebe intervenções para voltar a funcionar. As obras incluem pintura interna e externa, reforma de elevadores, substituição de vidros danificados e reparos estruturais causados pela passagem do tempo.
As obras estão sendo executadas em quatro blocos, G, H, K e L, com limpeza reforçada realizada nesta quarta-feira (10/6). A previsão é de que as áreas fiquem prontas em até 90 dias.
Estrutura e cronograma
A expectativa é que as primeiras pastas se instalem no CAD-DF já nos próximos meses, iniciando pela Secretaria de Obras e Infraestrutura. Em seguida, Governadoria, Casa Civil e Casa Militar devem ocupar o espaço.
Ao todo, 182 mil metros quadrados em 16 edifícios foram entregues em 2014. O CAD-DF foi alvo de entraves jurídicos e disputas sobre custos da obra, mantendo o complexo desocupado por 11 anos e meio.
A transferência de órgãos de imóveis alugados para o CAD-DF promete economia de aproximadamente R$ 1 bilhão em cinco anos. Despesas com limpeza, segurança, energia e tecnologia devem migrar junto com a mudança para o novo endereço.
Funcionários devem migrar gradualmente, com a Seduh, Semob, Meio Ambiente, parte da Economia e a Secretaria de Governo entre os próximos passos. O gabinete da governadora está previsto para operar no local dentro do prazo de três meses.
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