- O Congresso Nacional renovou por dez anos a concessão da Rádio Independência de Goiânia.
- A decisão foi oficializada por meio de um Decreto Legislativo assinado pelo senador Davi Alcolumbre.
- O ato valida o parecer do Ministério das Comunicações e consolida a migração da emissora para a frequência modulada (FM).
- A mudança para a FM deve melhorar a qualidade do sinal e ampliar o alcance da transmissão, além de modernizar a emissora.
- A renovação visa assegurar continuidade das atividades, democratizar o acesso à comunicação e ampliar o conteúdo de interesse público.
O Congresso Nacional renovou por dez anos a concessão da Rádio Independência de Goiânia. O ato foi oficializado por meio de um Decreto Legislativo assinado pelo senador Davi Alcolumbre, validando decisão do Ministério das Comunicações e consolidando a migração da emissora para a frequência modulada (FM).
A mudança para o FM deve elevar a qualidade do sinal e ampliar o alcance da transmissão. A renovação integra um processo de modernização tecnológica da emissora, voltado a oferecer uma programação mais diversificada e de melhor qualidade aos ouvintes.
Segundo o Ministério das Comunicações, a medida assegura a continuidade das atividades da rádio e promove a democratização do acesso à informação, mantendo a Rádio Independência como veículo relevante na região Centro-Oeste.
A migração para FM permitirá o uso de recursos tecnológicos avançados, como transmissões em alta definição e recursos interativos, além de facilitar a recepção pelo público. A emissora atua em Goiânia e ao redor, com foco em notícias e cultura local.
A decisão fortalece o compromisso do governo com a radiodifusão como instrumento de informação pública e cultura, contribuindo para a expansão do acesso à comunicação de qualidade.
Atualização tecnológica
- A migração para FM representa avanço na infraestrutura da Rádio Independência, com potencial de melhoria de alcance e qualidade sonora.
- A renovação mantém a emissora como referência local na divulgação de notícias e conteúdo cultural.
Fonte: O Tempo
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