- Daniel Vorcaro citou o ministro Alexandre Silveira na proposta de delação premiada em tratativas com a Polícia Federal e a Procuradoria-Geral da República.
- A acusação envolve suposto financiamento da campanha de Silveira ao Senado em dois mil e vinte e dois por meio de caixa dois.
- O Globo informou o relato; o Correio confirmou com fontes da PF; o Tribunal Superior Eleitoral não aponta repasse nos registros.
- Silveira não é investigado até o momento, e não houve provas suficientes apresentadas por Vorcaro.
- A tendência é de rejeição da delação caso não surjam elementos novos; investigadores dizem que o material é superficial e há perda de documentos por causa da prisão de Vorcaro.
Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, citou o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, em proposta de delação premiada em tratativas com a Polícia Federal e a PGR. A acusação envolve suposto financiamento de campanha para o Senado em 2022.
A informação foi revelada pelo jornal O Globo e confirmada pelo Correio, com fontes da PF. Segundo as apurações, o repasse teria sido feito por meio de caixa 2. Não há registro de repasse correspondente em dados do TSE.
O TSE não registra pagamento de Vorcaro ou do Master à campanha de Silveira. O banqueiro não apresentou provas suficientes para sustentar a alegação, conforme apuração da reportagem.
Silveira não figura como investigado até o momento, segundo as informações. A tendência é de que a proposta de delação de Vorcaro seja rejeitada se não houver elementos novos relevantes.
Investigadores avaliam que a colaboração de Vorcaro continua superficial, com poucas evidências. A perda de documentos durante a prisão e a falta de controle sobre empresas são apontadas como entraves.
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