- A Convenção Batista do Sul aprovou na primeira votação uma emenda à constituição: “O cargo de pastor é limitado aos homens.”
- O pastor Albert Mohler, presidente do Southern Baptist Theological Seminary, ressaltou a importância da emenda para esclarecer os papéis de gênero na igreja.
- A aprovação ocorreu por maioria expressiva, refletindo o compromisso da instituição com a sua interpretação bíblica.
- O anúncio gerou debates entre apoiadores, que veem firmeza bíblica, e críticos, que apontam impactos para o ministério feminino.
- A emenda avança para a etapa de ratificação formal, para ser oficialmente adotada na constituição da SBC.
O Conselho de Convenção Batista do Sul (SBC) deu um passo relevante em sua reunião anual ao aprovar uma emenda à constituição que afirma que o cargo de pastor é limitado aos homens. A medida foi defendida pelo Dr. Albert Mohler, presidente do Southern Baptist Theological Seminary, com o objetivo de reforçar a compreensão bíblica das funções pastorais.
Mohler explicou que a emenda busca clareza sobre os papéis de gênero na igreja e na doutrina da denominação. Segundo o líder, a aprovação está alinhada ao ensino bíblico sobre quem pode exercer o cargo de pastor.
A emenda foi aprovada por uma maioria expressiva entre os mais de 11 mil mensageiros presentes na reunião. O próximo passo é o processo de ratificação formal para incorporar a mudança à constituição do SBC.
A decisão gerou debates na comunidade evangélica, com apoiadores destacando a defesa da autoridade bíblica e críticas questionando impactos para a participação de mulheres no ministério e possíveis desdobramentos para a unidade da denominação.
Apesar das controvérsias, a medida marca um momento-chave para o SBC, que continua a defender uma linha teológica conservadora. A emenda segue para etapas adicionais de ratificação conforme o protocolo interno.
A reunião também tratou de temas como plantação de igrejas, missões e educação teológica, mas o foco da imprensa ficou na mudança constitucional e nas movimentações em torno dela.
Quem acompanha as tratativas observa atentamente como esse impasse pode influenciar políticas, práticas e a cooperação entre as igrejas associadas nos próximos anos.
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