- Em plenário do Senado, nesta quarta-feira, o senador Lucas Barreto defendeu a expansão da exploração de petróleo e gás na Margem Equatorial, faixa litorânea que vai do Amapá ao Rio Grande do Norte.
- Segundo Barreto, a exploração pode reduzir desigualdades históricas na Amazônia e impulsionar o desenvolvimento econômico do Amapá.
- O parlamentar afirmou que a discussão deve superar diferenças ideológicas e considerar aspectos econômicos, sociais e ambientais, destacando o potencial de reservas na costa norte.
- Ele disse que a atividade pode estimular investimentos, gerar empregos e ampliar a infraestrutura necessária ao crescimento regional.
- Barreto alertou sobre a gestão da fronteira energética em uma região ambientalmente sensível, citando o “paradoxo amazônico” e dizendo que o petróleo da Margem Equatorial pode recolocar a população na chamada “escada do desenvolvimento”.
Em pronunciamento no Plenário do Senado, nesta quarta-feira (10), o senador Lucas Barreto (PSD-AP) defendeu o avanço da exploração de petróleo e gás na Margem Equatorial, litoral que vai do Amapá ao Rio Grande do Norte, como forma de reduzir desigualdades na Amazônia e estimular o Amapá.
Barreto afirmou que o tema precisa superar diferenças ideológicas e considerar dimensões econômicas, sociais e ambientais. Ele apontou o potencial de reservas da costa norte e a possibilidade de atrair investimentos, gerar empregos e melhorar a infraestrutura regional.
O senador ressaltou a necessidade de gerir uma nova fronteira energética em área ambientalmente sensível e geopoliticamente estratégica. Ele citou a intenção de ampliar o desenvolvimento local e mencionou o que chamou de “paradoxo amazônico” como motivação para a exploração, sem oferecer detalhes operacionais.
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