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Governo do RJ corta escolta de esposa e filhos de Cláudio Castro

Justiça proíbe segurança institucional para familiares de Cláudio Castro; escolta da esposa e dos filhos é retirada, ex-governador mantém proteção por quatro anos

Justiça determinou a retirada da escolta de Analine Castro, esposa de Cláudio Castro, e dos dois filhos do casal
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  • Justiça proibiu o uso de segurança institucional para familiares e determinou a retirada da escolta de Analine Castro, esposa de Cláudio Castro, e dos dois filhos do casal.
  • A medida foi anunciada pelo Governo do Rio de Janeiro na quarta-feira, 10 de junho de 2026.
  • O aparato de proteção dos familiares era composto por três veículos blindados e 24 policiais, em escala de 24 horas de trabalho e 72 horas de descanso; a escolta de Castro permanece prevista por quatro anos, conforme a lei, iniciando com a renúncia ao cargo.
  • A ação partiu da deputada Renata Souza (Psol), que ingressou com representação de inconstitucionalidade no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro para derrubar dispositivos que ampliavam a proteção aos familiares de ex-governadores.
  • Castro afirmou que respeita a decisão e ressaltou que o decreto não teve caráter pessoal, mas visava regulamentar a proteção institucional em situações sensíveis.

O Governo do Rio de Janeiro suspendeu a escolta de Analine Castro, esposa do ex-governador Cláudio Castro, e dos dois filhos do casal. A decisão foi tomada após uma decisão judicial determinando a inconstitucionalidade do uso de segurança institucional para familiares. A confirmação foi publicada nesta quarta-feira, 10 de junho.

A medida está relacionada a uma representação de inconstitucionalidade movida pela deputada Renata Souza, do PSOL, junto ao Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. O tribunal entendeu que não há previsão legal para estender a proteção além do ex-governador, tornando a medida de proteção de familiares irregular.

Segundo informações do governo estadual, a escolta anterior envolvia três veículos blindados e 24 policiais, com regime de 24 horas de trabalho por 72 de descanso. A proteção para o ex-governador, contudo, permanece, conforme a legislação, por quatro anos a partir da renúncia.

Mudança de tema: posição do ex-governador

Cláudio Castro mencionou que respeita a decisão judicial e afirmou que o decreto não teve caráter pessoal, mas visou regulamentar a proteção institucional em situações sensíveis. O ex-governador destacou que a segurança de familiares está vinculada a critérios técnicos e de avaliação de risco.

Ele também comentou que a proteção de ex-governadores e de seus dependentes envolve questões de segurança pública e de integridade humana, especialmente diante de ameaças associadas a crimes organizados. Castro indicou que o decreto não buscava beneficiar pessoas específicas.

A assessoria de Castro afirmou ainda que não houve vazamento de informações relevantes sobre o tema e reforçou o compromisso com protocolos de proteção. O conteúdo discutido envolve normas administrativas relativas à segurança de autoridades e seus familiares.

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