- O senador Hermes Klann, do PL de Santa Catarina, criticou a forma como o governo federal tem implementado as regras da pesca artesanal da tainha no estado.
- Em plenário, ele citou o encerramento da atividade de arrasto de praia após 90% da cota ter sido atingida e, dias depois, a divulgação de estoque disponível e cota adicional.
- Klann afirmou que, se há espaço para ampliar a captura, o sistema precisa ser aperfeiçoado e não gerar insegurança aos trabalhadores.
- O senador defendeu critérios mais transparentes, baseados em parâmetros técnicos e no diálogo com as comunidades pesqueiras.
- Ele ressaltou que a tainha representa cultura, identidade e sustento de gerações em Santa Catarina e afirmou acompanhar o tema.
Em discurso no Plenário nesta quarta-feira (10), o senador Hermes Klann (PL-SC) acusou o governo federal de falhas na definição das regras para a pesca artesanal da tainha em Santa Catarina. Segundo ele, houve encerramento do arrasto de praia ao atingir 90% da cota, seguido de reconhecimento de estoque disponível e de uma cota adicional, o que, para o senador, mostra necessidade de aperfeiçoamento do sistema.
Klann argumentou que é inadequado gerar insegurança para milhares de trabalhadores e, pouco tempo depois, admitir que ainda há margem para a atividade. Ele ressaltou que as decisões devem partir de parâmetros técnicos mais transparentes e serem construídas em diálogo com as comunidades pesqueiras.
Segundo o parlamentar, a tainha representa não apenas uma atividade econômica, mas também cultura, identidade e sustento de gerações em Santa Catarina. O senador afirmou que continuará acompanhando as discussões e buscando tratamento justo para os pescadores artesanais, fundamentado na realidade do mar e no diálogo com as comunidades.
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