- O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro revogou a prisão domiciliar de Danúbia de Souza Rangel, condenada por lavagem de dinheiro, e ela retornou ao sistema prisional.
- Ela está custodiada no Presídio Djanira Dolores de Oliveira, no Complexo de Bangu.
- O Ministério Público do Rio de Janeiro pediu a revogação, citando periculosidade e a existência de terceiros aptos a cuidar da filha de dez meses.
- A decisão determinou que Danúbia se apresentasse à Justiça em até quinze dias para cumprir a pena em regime semiaberto; ela já seguia para o fórum quando foi abordada pela polícia.
- A abordagem ocorreu na Avenida Salvador Allende, em Jacarepaguá, próximo ao 31º Batalhão da Polícia Militar; ela estava com a filha no colo e usava tornozeleira eletrônica.
O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro revogou a prisão domiciliar de Danúbia de Souza Rangel, condenada por lavagem de dinheiro. A decisão determina o retorno da ex-companheira do traficante Nem da Rocinha ao regime semiaberto. Danúbia já está sob custódia no Presídio Djanira Dolores de Oliveira, no Complexo de Bangu.
A revogação foi pedida pelo Ministério Público do Rio de Janeiro. Entre os argumentos estão a avaliação de periculosidade da condenada e a existência de outras pessoas aptas a cuidar da filha da ré, hoje com 10 meses de idade.
A determinação estabeleceu que Danúbia se apresente à Justiça em até 15 dias para retomar o cumprimento da pena em regime semiaberto. A defesa informou que a presa já seguia em direção ao fórum quando foi abordada pela Polícia Militar.
Mudança de tema: decisão e desdobramentos
A abordagem ocorreu na tarde desta terça-feira, na Avenida Salvador Allende, em Jacarepaguá, Zona Oeste do Rio, próximo ao 31º Batalhão de Polícia Militar. O objetivo era encaminhar Danúbia à Vara de Execuções Penais para iniciar o ingresso na unidade prisional.
Segundo o advogado de defesa, Danúbia estava com a filha no colo e utilizava tornozeleira eletrônica. Ainda conforme a defesa, não havia mandado de prisão expedido contra a cliente até o momento da abordagem.
A unidade prisional para onde Danúbia deve se apresentar não foi informada pela defesa, mas a ação ocorreu no contexto da determinação judicial para cumprimento da pena em regime semiaberto. A situação mantém o foco na aplicação de medidas de vigilância e cumprimento de pena.
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