- Lula disse que os empresários brasileiros aprenderam a respeitar regras ambientais para manter a competitividade dos seus produtos.
- A declaração foi feita durante cerimônia no Planalto, no Dia Mundial do Meio Ambiente, que divulgou um pacote de medidas de preservação e recuperação de biomas.
- O governo sancionou duas leis e assinou seis decretos relacionados à recuperação ambiental, ao fortalecimento de áreas protegidas e a mecanismos de financiamento climático.
- Uma das medidas cria a Política Nacional para Recuperação da Vegetação da Caatinga e o Programa Nacional para Recuperação da Vegetação da Caatinga.
- Foram anunciados investimentos: R$ 834 milhões pelo Fundo Clima para restauração de vegetação nativa, R$ 270 milhões do Reino Unido ao Fundo Amazônia e R$ 370 milhões para o ARPA Comunidades.
Nesta quarta-feira (10.jun.2026), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, em cerimônia no Palácio do Planalto, que empresários brasileiros passaram a entender a importância de respeitar regras ambientais para manter a competitividade dos seus produtos. O evento ocorreu durante a celebração do Dia Mundial do Meio Ambiente, quando o governo divulgou um pacote de medidas ambientais.
Lula disse que houve uma evolução do setor produtivo quanto à pauta ambiental, destacando que o descumprimento das normas pode trazer prejuízos econômicos e dificultar a venda de itens no mercado. O presidente afirmou ainda que as empresas precisam ter selo de qualidade para vender.
O mandatário ressaltou que parte do empresariado deixou de adotar práticas destruidoras e passou a incorporar preocupações ambientais aos negócios. Ele afirmou que o Brasil avançou na credibilidade internacional em questões ambientais, citando ações de combate ao desmatamento e preservação de recursos naturais.
Acordos e medidas anunciadas
Ao lado do ministro do Meio Ambiente, João Paulo Capobianco, Lula sancionou dois projetos de lei e assinou seis decretos voltados à recuperação ambiental, ao fortalecimento de áreas protegidas e à ampliação de financiamentos para a agenda climática. O governo destacou iniciativas para recuperar biomas e ampliar a produção sustentável.
Entre as ações, está a criação da Política Nacional para Recuperação da Vegetação da Caatinga e o Programa Nacional para Recuperação da Vegetação da Caatinga, visando estimular restauração de áreas degradadas e apoiar a bioeconomia no bioma.
O calendário de financiamento inclui 834 milhões de reais em recursos do Fundo Clima para projetos de restauração de vegetação nativa, além da doação de 270 milhões de reais do Reino Unido ao Fundo Amazônia. Outros 370 milhões foram destinados ao ARPA Comunidades, para fortalecer cadeias sociobioeconômicas na Amazônia.
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