- Lula anunciou, durante a 7ª Plenária do Conselhão, que será despachada uma nova medida do programa Celular Seguro, com mensagens alertando proprietários de celulares roubados a devolverem os aparelhos às autoridades; não está definido se a devolução ocorre em delegacia ou pelos Correios.
- O presidente afirmou que o objetivo do programa é deixar 200 milhões de brasileiros tranquilos em relação aos celulares roubados, reconhecendo que há pessoas que compram aparelhos nessas condições.
- Ressaltou a importância de investir em políticas públicas, dizendo que, no país, investimentos parecem gastos apenas por a Palavra “gasto” ser usada de forma inadequada.
- Comentou sobre a investigação dos Estados Unidos sobre suposto uso de trabalho forçado no Brasil e afirmou que o país não pode aceitar a taxa que foi imposta, exigindo estudo sobre o ganho de um trabalhador americano.
- A fala enfatizou a necessidade de apresentar dados e estudos para embasar as posições do Brasil em negociações, reforçando a defesa de direitos dos trabalhadores brasileiros.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou nesta quarta-feira, em Brasília, da 7ª Plenária do Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável (CDESS). Durante a sessão, ele anunciou que despachará uma nova medida do programa Celular Seguro. A ideia é enviar mensagens aos proprietários de celulares roubados para que devolvam os aparelhos às autoridades.
Lula explicou que a iniciativa busca reduzir o uso de aparelhos roubados e tranquilizar a população. Ainda não ficou definido se a devolução deverá ocorrer em delegacias ou pelos Correios. O tom da fala foi de aumento de rigor contra o mercado ilícito de celulares.
O discurso também abordou a visão de que investimentos, hoje vistos como gastos, devem ser entendidos como ampliadores de desenvolvimento. O presidente questionou o custo de não implementação de políticas públicas e enfatizou a necessidade de planejamento estratégico.
Em outro âmbito, Lula mencionou uma investigação internacional sobre alegações de trabalho forçado no Brasil. Ele pediu que se apresente com urgência um estudo sobre a remuneração de trabalhadores nos Estados Unidos, reiterando que não aceitará novas taxas impostas a países parceiros. A posição brasileira, segundo ele, visa manter o respeito aos direitos dos trabalhadores nacionais.
A fala ocorreu no mesmo palco de debates sobre políticas de desenvolvimento sustentável e integração econômica, com foco em fortalecer programas públicos sem comprometer direitos trabalhistas. A sessão do CDESS visa orientar decisões para o planejamento macro e a inserção brasileira no cenário global.
Entre na conversa da comunidade