- Em um evento de fim de ano no Rio, o governador Cláudio Castro foi apresentado aos presentes e fez cumprimentos a todos.
- O colunista afirmou ter deixado a mão suspensa, não respondendo ao cumprimento, e Castro seguiu para a mesa seguinte sem insistir.
- O texto aponta que o autor já cumprimentou diversas personalidades, mas desta vez houve uma recusa consciente do cumprimento.
- Castro é descrito como ex-governador do Rio, vindo de Santos, e o texto cita antecessores que também enfrentaram questões legais.
- O artigo destaca que o estado tem histórico de políticos investigados, julgados e, às vezes, presos, sugerindo responsabilização como caminho comum.
O episódio ocorreu em um evento de fim de ano no Rio de Janeiro, com Castro institucionalmente convidado. O governador cruzou o salão oferecendo a mão a cada grupo de participantes, como de costume.
Ao chegar à mesa do colunista, Castro estendeu a mão para todos os presentes. O autor não reagiu; manteve o olhar e deixou a mão suspensa, como se invisível. Castro retirou a mão e seguiu para a mesa seguinte.
O relato aponta que não era a primeira vez que o governador enfrentava esse tipo de situação em eventos. A indiferença do colunista, porém, foi suficiente para encerrar o episódio sem qualquer confronto direto.
Cláudio Castro, natural de Santos, atuou como governador sem–renúncia no Rio e hoje figura entre ex‑governadores que respondem a investigações. O TSE manteve sua inelegibilidade até 2030, após rejeitar recursos.
Entre os governantes citados, estão também Wilson Witzel, Anthony Garotinho, Rosinha Garotinho, Sérgio Cabral e Luiz Fernando Pezão, todos com histórico de controvérsias e ações judiciais no estado.
Foto: ex-governador Cláudio Castro, de negócios em tom formal, em registro de 15 mai 2026, crédito de Fernando Frazão, Agência Brasil.
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