- Bill Gates prestou depoimento em audiência a portas fechadas perante o Comitê de Supervisão da Câmara dos EUA sobre sua relação com Jeffrey Epstein.
- Gates afirmou não ter conhecimento dos crimes de Epstein e disse que o empresário tentou usar informações sobre sua vida pessoal para pressioná-lo.
- Em seu depoimento, Gates reconheceu ter tido um julgamento ruim ao encontrar Epstein e disse que se arrepende de ter conhecido a pessoa.
- A cobertura da imprensa internacional destacou a análise sobre o relacionamento entre Gates e Epstein e as reações dos legisladores à sua testemunha.
- A BBC detalhou o contexto da relação e como os congressistas reagiram ao testemunho de Gates.
Bill Gates depôs na Câmara dos EUA em audiência fechada nesta quarta-feira, diante do Comitê de Supervisão, para discutir sua relação com Jeffrey Epstein. A sessão ocorreu sem transmissão pública, com foco nas circunstâncias que envolveram o bilionário e o financista.
Gates, cofundador da Microsoft e conhecido filantropo, declarou aos membros que desconhecia crimes cometidos por Epstein e que o empresário tentou usar informações sobre sua vida pessoal para pressioná-lo. Não houve abertura para perguntas públicas durante a sessão.
O depoimento também abordou a avaliação de Gates sobre o encontro com Epstein, com ele afirmando ter tido bom senso questionável ao se aproximar do empresário. O objetivo da audiência foi esclarecer a natureza dessa relação e eventuais impactos sobre as instituições com as quais Gates se envolve.
A reunião ocorreu em Washington, no estreito contexto de investigações e escrutínio público sobre as ligações de figuras de destaque com Epstein, e como tais relações podem influenciar a percepção de responsabilidade de filantropos e empresas associadas. Com alto nível de sigilo, governistas buscaram entender possíveis repercussões políticas e legais.
Entre na conversa da comunidade