- O líder do governo no Congresso, Randolfe Rodrigues, afirmou que o Senado pode discutir o prazo de transição para a vigência total da PEC da redução da jornada 6×1, defendendo que o tempo de transição é longo demais.
- Randolfe disse que a jornada de 40 horas deveria valer assim que o texto for promulgado.
- Ele afirmou que há um clima favorável no Senado pela aprovação da redução de jornada e que o texto deve tramitar com agilidade, prevendo votação rápida após uma única comissão.
- Randolfe citou certa simpatia do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, e a possibilidade de conversar com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre o tema.
- O líder do governo disse não saber sobre discussões para desoneração da folha de pagamento para compensar eventuais perdas do setor produtivo.
O líder do governo no Congresso, Randolfe Rodrigues, afirmou que o Senado pode discutir o período de transição da PEC 6×1, mas defendeu que a jornada de 40 horas seja implementada assim que o texto for promulgado. O deputado vê o tema como prioridade.
Randolfe disse que o clima no Senado é de apoio à redução de jornada e que a tramitação deve ocorrer com celeridade, possivelmente em apenas uma comissão. Ele mencionou a percepção de simpatia do presidente do Senado, Davi Alcolumbre.
O senador mencionou ainda que pode haver conversas com o presidente Lula sobre o tema, independentemente de debate político recente envolvendo a indicação de Jorge Messias ao STF. O objetivo é avançar o quanto antes na pauta.
Tramitação e desoneração
Ainda segundo Randolfe, não há confirmação sobre a necessidade de uma comissão especial, além da CCJ, para a PEC. O regimento do Senado não especifica essa exigência, o que sustenta a expectativa de tramitação mais rápida.
O líder do governo afirmou não ter informações sobre medidas de desoneração da folha para compensar perdas do setor produtivo. O tema, se confirmado, deverá vir acompanhado de estudos e impactos econômicos.
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