- Rodrigo Pacheco é apontado como relator favorito da PEC que prevê o fim da escala 6×1 no Senado, com apoio de governo e oposição.
- PL e demais partidos de oposição comunicaram a Davi Alcolumbre a preferência por Pacheco, em conversas no Congresso.
- Rogério Carvalho é citado como nome que a oposição rejeita para a relatoria, apesar de experiência em matérias do tema.
- A decisão depende de uma conversa entre Alcolumbre e o Planalto; o governo estaria aberto a apoiar o nome que agradar.
- A tramitação pode seguir para a Comissão de Constituição e Justiça, com expectativa de definição até quinta-feira; a PEC já foi aprovada pela Câmara e prevê fim da 6×1 e início da 5×2, com vigência em sessenta dias após o Congresso.
Rodrigo Pacheco (PSB-MG) surge como favorito para relatar a PEC que prevê o fim da escala 6×1 no Senado. O senador mineiro é visto como moderado e, segundo fontes, pode agradar a governo e oposição.
A apuração analítica de Larissa Rodrigues, apresentada no Bastidores CNN, aponta apoio de governo, oposição e setores produtivos a Pacheco. A informação foi obtida em conversas no Congresso Nacional.
O PL e outras siglas de oposição comunicaram formalmente a Davi Alcolumbre (União-AP) a preferência por Pacheco como relator, em conversa realizada na véspera. Outros nomes, como Rogério Carvalho (PT-SE), ficaram em segundo plano.
Pessoas próximas a Pacheco confirmaram que a indicação seria bem recebida por ele. Segundo fontes, o parlamentar está na expectativa, mantendo diálogo com diferentes alas do Legislativo.
Apoio e entraves
O acordo depende de uma conversa entre Alcolumbre e o Planalto para selar o suporte oficial ao nome escolhido. A relação entre o governo e o comando do Senado é citada como boa, mas com tensões, o que torna o encontro decisivo.
Além disso, há expectativa de que Alcolumbre encaminhe o texto à CCJ da Casa. A previsão é de que essa movimentação ocorra até quinta-feira (11), segundo apuração de Larissa Rodrigues.
A PEC, aprovada pela Câmara no fim de maio, propõe encerrar a escala 6×1 e iniciar a escalas 5×2, com vigência 60 dias após a promulgação do Congresso. O tema continua em tramitação no Senado.
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