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Senado aprova Benedito Gonçalves como novo corregedor do CNJ

Senado aprova Benedito Gonçalves para corregedor do CNJ com 53 votos; mandato até 2028, atribuição de receber denúncias e realizar correições

Brasília (DF), 22/06/2023 - O ministro relator, Benedito Gonçalves, durante sessão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para o julgamento da ação (Aije nº 0600814-85) que pede a inelegibilidade de Jair Bolsonaro e de Walter Braga Netto, candidatos à Presidência da República nas Eleições 2022. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
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  • O Senado aprovou, nesta quarta-feira, a indicação do ministro Benedito Gonçalves para corregedor do Conselho Nacional de Justiça até 2028, com 53 votos a favor e 16 contrários.
  • O CNJ é composto por quinze membros com mandato de dois anos; um deles é indicado pelo STJ para exercer a função de corregedor.
  • O corregedor recebe reclamações e denúncias contra magistrados e serviços judiciários, determina o processamento e pode realizar sindicâncias, inspeções e correições.
  • Também é função do corregedor elaborar e apresentar relatórios sobre atividades de correição, inspeção e sindicância.
  • Benedito Gonçalves é bacharel em direito pela UFRJ, mestre pela Estácio de Sá, integrou o STJ desde 2008 e já atuou como juiz federal no RS, PR e RJ; foi desembargador federal do TRF da 2ª Região desde 1998.

O Senado aprovou nesta quarta-feira (10) Benedito Gonçalves para o cargo de corregedor do CNJ, com mandato até 2028. A aprovação foi de 53 votos a favor e 16 contrários. O indicado é ministro do STJ.

O CNJ é formado por 15 membros, com mandato de dois anos. Um deles é indicado pelo STJ para exercer a função de corregedor, responsável por supervisionar a atuação administrativa e financeira dos tribunais e os deveres funcionais dos juízes.

Além de receber reclamações contra magistrados, o corregedor pode instaurar sindicâncias e inspeções. Também elabora relatórios sobre correições, inspeções e sindicâncias realizadas.

Perfil de Benedito Gonçalves

Bacharel em Direito pela UFRJ, ele é mestre pela Estácio de Sá e ingressou no STJ em 2008. Antes, atuou como juiz federal nas comarcas de Rio Grande do Sul, Paraná e Rio de Janeiro.

Em 1998, Gonçalves foi promovido por merecimento a desembargador federal do TRF da 2ª Região, com jurisdição nos estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo.

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