- A urgência constitucional do projeto de lei que põe fim à escala 6×1, enviado pelo governo ao Congresso em abril, pode deixar a Câmara ainda mais lenta.
- Com a ausência de propostas relevantes, há expectativa de sessões virtuais na Câmara nas próximas semanas enquanto a urgência vigorar.
- O dispositivo tem mantido a pauta travada desde a semana passada e visa pressionar o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, a despachar a PEC do fim da escala 6×1.
- Mesmo com a Copa do Mundo e festas juninas, a previsão é de continuidade da paralisação; nas próximas semanas haverá convocação de sessões presenciais, com possibilidade de trabalho remoto para deputados.
- O presidente da Câmara, Hugo Motta, chegou a pedir a retirada da urgência, mas o governo afirma que a validade da ferramenta será mantida.
O governo federal encaminhou ao Congresso, em abril, o projeto de lei que prevê o fim da escala 6×1. A urgência constitucional permanece, o que deve frear o ritmo da Câmara nas próximas semanas.
O assunto tem mantido a pauta travada desde a semana passada, pela ausência de propostas relevantes. Lula não retirou a urgência, mantendo a ferramenta que trava a apreciação de propostas.
O ritmo do Legislativo já está mais lento por causa da Copa do Mundo e das festas juninas. Mesmo assim, na próxima semana serão convocadas sessões presenciais, com a possibilidade de trabalho remoto mediante solicitação das bancadas.
Na semana seguinte, a Câmara deve retornar parcialmente às bases eleitorais. O presidente da Casa, Hugo Motta, chegou a cobrar a retirada da urgência, mas o governo indica que manterá a validade do mecanismo.
A estratégia é pressionar o Senado, especialmente o presidente Davi Alcolumbre, para que a PEC do fim da escala 6×1 tenha andamento. O texto permanece na mesa do senador e ainda não foi encaminhado à CCJ.
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