- Marina Silva afirmou que o campo progressista compreende a importância dos evangélicos, mas defende o Estado laico, em entrevista à CNN Brasil.
- Ela disse que houve erro histórico ao ignorar esse segmento e ao instrumentalizá-lo, e que há now uma compreensão de tratá-lo com respeito nas políticas públicas.
- A deputada ressaltou que o Brasil é um Estado laico, lembrando a contribuição da reforma protestante para defender os interesses de quem crê e de quem não crê.
- Ela falou sobre as expectativas para as eleições de 2026 e confirmou sua pré-candidatura ao Senado Federal por São Paulo, formalizada pela Rede Sustentabilidade em federação com o PSOL.
- Marina manifestou apoio a Fernando Haddad na disputa pelo Palácio dos Bandeirantes e a Luiz Inácio Lula da Silva para um quarto mandato presidencial.
A deputada federal Marina Silva afirmou em entrevista à CNN Brasil que o campo progressista reconhece a importância dos evangélicos, mas defende o Estado laico. Ela destacou que houve erro histórico ao ignorar esse segmento e também ao instrumentalizá‑lo, com a mudança trazendo maior respeito nas políticas públicas. A fala ocorreu nesta quinta-feira, 11, em meio a entrevistas sobre o cenário político.
Marina ressaltou que a contribuição da Reforma Protestante consolidou o Estado laico, elemento que protege quem crê e quem não crê. A deputada reforçou a necessidade de tratar a fé com respeito sem vinculação a práticas políticas, ainda que destaque a relevância do segmento para a população.
A ex‑ministra confirmou sua pré‑candidatura ao Senado Federal por São Paulo, oficialmente lançada pela Rede Sustentabilidade em federação com o PSOL. Além disso, externou apoio a Fernando Haddad na disputa pelo Palácio dos Bandeirantes e ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva na busca por um quarto mandato presidencial.
Expectativas para 2026 e alianças
Marina Silva também abordou perspectivas para as eleições de outubro de 2026, mantendo o foco em propostas e coalizões que fortaleçam o Estado laico e políticas públicas democráticas. A entrevista consolidou o tom de atuação do campo progressista em relação aos evangélicos e à sustentabilidade institucional.
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