- Deputados pressionam o presidente da Câmara, Hugo Motta, a realizar sessões remotas até as eleições de 2026.
- O cronograma será definido na próxima reunião de líderes, marcada para terça-feira, 16.
- A ideia permitiria participação à distância no Plenário, com deputados podendo dedicar-se às campanhas nas bases.
- A decisão ainda não foi tomada; aliados próximos citam preocupação em manter a Câmara funcionando.
- Entre as prioridades, estão reajuste do limite de faturamento para enquadrar empresas como MEI, o PLP dos combustíveis para reduzir impostos federais e o marco legal da Inteligência Artificial; a pauta está travada pelo projeto sobre a jornada 6×1.
Deputados pressionam o presidente da Câmara, Hugo Motta, para que haja sessões remotas até as eleições de 2026. A ideia seria permitir participação à distância a partir deste mês, evitando deslocamentos a Brasília e priorizando ações locais.
O cronograma será definido na próxima reunião de líderes, marcada para terça-feira (16). A decisão depende de Motta, que enfrenta dúvidas sobre manter o funcionamento da Casa durante o período.
Junho chega com impactos: as festas de São João, intensas no Nordeste, ganham relevância em ano eleitoral, e a Copa do Mundo começa no dia 11. Esses fatores podem influenciar a presença de parlamentares.
Pautas em foco
Hugo Motta tem pelo menos três prioridades para votar antes do recesso de julho. A pauta está travada por um projeto de lei enviado pelo governo sobre o fim da jornada 6×1.
Entre os itens prioritários, está a revisão do teto de faturamento para enquadrar empresas como MEI. Em seguida, o PLP dos combustíveis propõe usar receitas extraordinárias do petróleo para reduzir impostos sobre diesel, gasolina, etanol e biodiesel.
Há ainda o terceiro item na lista, que cria o marco legal da Inteligência Artificial no Brasil. O relatório desse tema, do deputado Aguinaldo Ribeiro, ainda não foi apresentado.
Entre na conversa da comunidade