- A deputada Erika Hilton (PSOL-SP) pediu ao Ministério Público Federal a suspensão da função de localização do Instagram Map.
- O motivo é o risco de rastreamento que pode facilitar crimes como sequestros, assaltos e violência de gênero, além de expor usuários a assédio.
- Ela requer a suspensão até que sejam implementadas medidas de segurança para proteger usuários e pediu que o MPF encaminhe ofício ao Instagram solicitando a suspensão.
- A ação civil pública foi ajuizada na Justiça Federal de São Paulo; Hilton afirma que, desde o lançamento em dezembro de 2025, há relatos de exposição de localização, assédio e violência envolvendo a ferramenta.
- O Ministério Público Federal ainda não se manifestou sobre o pedido.
A deputada Erika Hilton (PSOL-SP) pediu ao Ministério Público Federal (MPF) a suspensão da função de localização do Instagram Map, alegando que a ferramenta representa riscos para mulheres, crianças e idosos ao permitir rastreamento. O pedido foi apresentado a partir de uma ação civil pública na Justiça Federal de São Paulo.
Hilton afirma que o recurso, lançado em dezembro de 2025, pode facilitar crimes como sequestros, assaltos e violência de gênero, além de expor usuários a situações de assédio e violência. Ela sustenta que a suspensão é necessária até que medidas de segurança sejam adotadas.
A parlamentar também ressaltou relatos de usuários cuja localização foi exposta sem consentimento, além de casos de assédio envolvendo a ferramenta. O pedido inclui que o MPF envie ofício ao Instagram para suspender a funcionalidade.
O MPF ainda não se pronunciou. A deputada solicita que o Instagram Map permaneça indisponível até a implementação de salvaguardas técnicas, controles de privacidade e mecanismos de denúncia aprimorados.
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