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Senador afirma que realidade de hospital não é a mesma do comércio

Senador Hermes Klann critica a PEC do fim da escala 6x1 e defende regime flexível, afirmando que um único conjunto de regras não atende setores diferentes

Em discurso, à tribuna, senador Hermes Klann (PL-SC)
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  • O senador Hermes Klann, do PL de Santa Catarina, criticou a PEC da 6×1 em plenário e defendeu a PEC do Trabalho Flexível, apresentada pela oposição.
  • Klann argumentou que não faz sentido impor uma única regra para todos os setores da economia, citando a diferença entre hospitais e comércio.
  • A PEC alternativa cria um regime flexível em que o trabalhador pode escolher entre as regras da CLT ou o novo modelo, com remuneração proporcional às horas efetivamente trabalhadas.
  • O senador afirmou que a medida original pode aumentar custos, pressionar a inflação e reduzir a competitividade das empresas, defendendo maior produtividade e liberdade econômica.
  • A PEC aprovada pela Câmara depende do envio do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, para avaliação pela CCJ, com pauta de acordo entre líderes para costurar o apoio.

O senador Hermes Klann (PL-SC) criticou a PEC que prevê o fim da escala 6×1, aprovada pela Câmara, e defendeu uma alternativa chamada PEC do Trabalho Flexível. Em pronunciamento no plenário, ele argumentou que não há justificativa para impor uma regra única a todos os setores da economia, destacando a diversidade do mercado de trabalho.

Segundo Klann, a realidade de um hospital difere da de um shopping, e leis únicas podem inviabilizar atividades específicas. A proposta opõe a atual CLT a um regime flexível, no qual o trabalhador escolheria o regime de regras, com remuneração correspondente às horas efetivamente trabalhadas, mediante acordo com o empregador.

O senador ressaltou que a oposição vê impactos econômicos adversos da PEC original, potencialmente elevando custos, inflacionando e reduzindo a competitividade das empresas. O governo sustenta que a economia pode absorver as mudanças sem impactos significativos.

A PEC aprovada na Câmara aguarda encaminhamento para análise no Senado, sob a supervisão do presidente Davi Alcolumbre (União-AP). Ele ainda não enviou a proposta à CCJ e sinalizou a possibilidade de reunir líderes para costurar um acordo sobre o tema.

No Senado, a pauta permanece em definição. Líderes devem discutir o formato do trâmite e o momento adequado para avançar com a avaliação, mantendo o foco em produtividade, geração de empregos e liberdade econômica, conforme whose fontes de imprensa.

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