- Servidores públicos do Distrito Federal protestam contra o acordo com o STF para um empréstimo de R$ 6,6 bilhões destinado a salvar o Banco de Brasília (BRB).
- A mobilização ocorre na Praça do Buriti, com marcha que ocupa as faixas do retorno entre o Palácio do Buriti e o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT).
- A PMDF interdirou a via previamente para evitar impacto no trânsito durante o ato, que teve início por volta das 9h30 com assembleia geral.
- Entidades sindicais afirmam que as medidas do acordo podem implicar restrições orçamentárias, afetando reajustes salariais, novos concursos e nomeações de aprovados.
- Ato contou com a participação de sindicatos, como Sinpro-DF e CUT-DF, e resultou no fechamento parcial de algumas escolas da rede pública devido à adesão de professores.
Na manhã desta quinta-feira, 11 de junho, servidores públicos do Distrito Federal se reuniram na Praça do Buriti para protestar contra acordo do GDF firmado no STF. O documento prevê um empréstimo de R$ 6,6 bilhões para salvar o BRB.
Os manifestantes marcharam ocupando as faixas do retorno entre o Palácio do Buriti e o MPDFT, com a via interditada pela Polícia Militar do DF para evitar impacto no trânsito.
A mobilização começou por volta das 9h30, com uma assembleia geral na praça. Entidades sindicais, como Sinpro-DF e CUT-DF, afirmaram que as medidas do acordo podem restringir o orçamento e impactar reajustes salariais, concursos públicos e nomeações.
Algumas escolas da rede pública ficaram sem aula, devido à adesão de docentes ao ato. A participação envolve diversas categorias de servidores.
Impactos e desdobramentos
As entidades reforçam a posição contra as medidas orçamentárias associadas ao acordo e aguardam posicionamentos oficiais. Não há confirmação de novas ações, mas a mobilização permanece aberta a futuras assembleias.
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